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Petróleo precisa subir mais para resolver déficit: Goldman

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(Bloomberg) -- A alta do petróleo deve se estender porque os estoques globais precisam ser refeitos diante da recuperação da demanda chinesa e da redução da produção da Rússia, de acordo com o Goldman Sachs.

Para que os estoques globais se normalizem até o final de 2023, o barril de Brent precisará ficar em média a US$ 135 nos 12 meses a partir de julho, US$ 10 acima da previsão anterior do banco, analistas incluindo Damien Courvalin e Jeffrey Currie disseram em nota. O petróleo de referência global era negociado perto de US$ 120 na terça-feira, após subir mais de 50% este ano.

A recuperação da demanda após a pandemia e as sanções à Rússia por sua invasão da Ucrânia, que perturbou os fluxos globais de energia, elevaram os preços do petróleo e levaram vários países a explorar reservas estratégicas para tentar aliviar o impacto sobre os consumidores.

Mas as commodities continuam a subir e é preciso mais destruição de demanda para reequilibrar o mercado no próximo ano, juntamente com uma desaceleração no crescimento global e aumento da produção de membros da Opep, incluindo Arábia Saudita e Irã, de acordo com o banco.

“O impulso negativo de crescimento global continua insuficiente para reequilibrar os estoques a preços atuais”, disseram os analistas do Goldman. “Os preços do petróleo precisam subir ainda mais para normalizar os níveis insustentavelmente baixos dos estoques globais de petróleo.”

Os estoques globais estão 75 milhões de barris abaixo do esperado anteriormente e o déficit global é estimado em 400.000 barris por dia em média no terceiro trimestre, disse o banco. Embora a perda de produção russa tenha sido menor do que o esperado, a produção do país deve cair ainda mais, enquanto a recuperação da demanda chinesa provavelmente trará o mercado de volta ao déficit, segundo os analistas.

Com as proibições de importação ocidentais, a produção russa deve cair em 1 milhão de barris por dia até o final do ano, de 10,8 milhões de barris por dia em maio, segundo o banco. Grandes volumes serão redirecionados para a Ásia

Embora a demanda na China se recupere, o banco continua cauteloso em suas expectativas e prevê que os bloqueios contínuos serão um vento contrário à mobilidade este ano.

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©2022 Bloomberg L.P.

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