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Petróleo mais barato do Oriente Médio aumenta competição

Sharon Cho
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A batalha por vendas de petróleo deve se tornar mais intensa com o aumento da produção da Opep+ e maior competitividade das exportações do Oriente Médio, o que pode obrigar outros fornecedores a oferecerem descontos para seus barris.

Os sinais de alerta podem ser vistos no maior spread de preço usado por operadores para determinar o custo de carregamentos do Oriente Médio em relação aos barris associados ao petróleo tipo Brent. No momento, a diferença está perto do maior nível em mais de 16 meses, e isso não é um bom presságio para o petróleo cotado em relação ao Brent.

“Há petróleo muito mais barato, e muito com origem no Oriente Médio”, disse Grayson Lim, analista sênior de petróleo da FGE. “Esses carregamentos associados ao Brent precisarão ser oferecidos com um grande desconto para que compradores na região fiquem com os barris”, disse, em referência aos usuários asiáticos. “Mas, se forem oferecidos com grandes descontos, há uma chance de que os chineses decidam comprar.”

No início do mês, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados decidiram relaxar os limites de produção que resgataram os preços do colapso causado pela pandemia no ano passado. Com a medida, mais de 2 milhões de barris por dia serão devolvidos ao mercado gradualmente até julho, em meio às expectativas de que as campanhas de vacinação sustentarão ganhos adicionais no consumo de energia. Até agora, o plano foi defendido e arquitetado pela Arábia Saudita, e os contratos futuros do Brent e WTI acumulam alta de quase 25% neste ano.

Ao mesmo tempo em que o cartel Opep+ se prepara para abrir as torneiras, há fluxos contínuos de petróleo iraniano clandestino para a China. Esse fator - além da manutenção planejada de alguns campos do Mar do Norte, o que reduzirá o fluxo de barris associados ao Brent - empurrou o spread para o maior nível desde o final de 2019, segundo dados compilados pela Bloomberg.

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