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Petróleo fecha em queda forte com aumento dos estoques nos EUA

André Mizutani
·2 minuto de leitura

O aumento dos casos de covid-19 nos EUA e na Europa também entrou no radar dos investidores Os contratos futuros do petróleo fecharam em forte queda nesta quarta-feira (28), num dia de alta aversão a risco, em meio aos temores sobre o aumento do número de novos casos diários de covid-19 nos Estados Unidos e na Europa. O contrato do petróleo Brent para dezembro fechou em queda de 5,04%, a US$ 39,12 por barril, na ICE, em Londres, enquanto o contrato do WTI para o mesmo mês recuou 5,50%, a US$ 39,57 por barril, na Bolsa de Mercadorias de Nova York. Os ativos de risco são castigados hoje, depois que Alemanha e França anunciaram novas paralisações de suas economias, após uma nova aceleração do número de contaminações nos dois países. Outros países no continente também estudam novas medidas para conter a pandemia, abalando a confiança dos investidores na recuperação econômica global. A aceleração do ritmo de contaminações nos EUA também preocupa, com o número de novos casos da doença subindo a 73.240 ontem, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins. Na última sexta-feira (23), o país registrou 83.757 casos de covid-19, novo recorde diário. Os contratos do petróleo operaram em queda desde o começo do dia, mas aprofundaram as perdas após o Departamento de Energia dos EUA (DoE, na sigla em inglês) reportar que os estoques americanos da commodity subiram em 4,32 milhões de barris na semana passada, ficando bem acima da expectativa dos analistas consultados pelo "Wall Street Journal", de alta de 800 mil barris no período. Além disso, a Líbia tem aumentado sua produção de petróleo, aumentando a oferta global e mantendo os preços baixos. O conflito no país levou a um bloqueio da produção, mas uma resolução significa que os suprimentos podem aumentar para 1 milhão de barris por dia em um mês.