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Petróleo fecha em queda, com temores sobre oferta e demanda da commodity

André Mizutani
·2 minuto de leitura

O contrato do petróleo Brent para dezembro fechou em queda de 3,75%, a US$ 37,65 por barril, enquanto o do WTI para o mesmo mês recuou 3,26%, a US$ 36,17 por barril Os contratos futuros do petróleo fecharam em queda acentuada nesta quinta-feira (29), ainda pressionados pelos receios de excesso da oferta da commodity e pelas perspectivas mais fracas de recuperação econômica na Europa e nos Estados Unidos, em meio aos temores sobre o ressurgimento da pandemia. O contrato do petróleo Brent para dezembro fechou em queda de 3,75%, a US$ 37,65 por barril, na ICE, em Londres, enquanto o do WTI para o mesmo mês recuou 3,26%, a US$ 36,17 por barril, na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex). O comunicado de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) e os comentários da presidente da instituição, Christine Lagarde, indicaram uma perspectiva muito mais fraca para a recuperação econômica da zona do euro no quarto trimestre, alimentando receios sobre a demanda global por petróleo. "O dado do PIB do terceiro trimestre, que será divulgado amanhã, pode surpreender positivamente, mas esperamos uma piora no quarto trimestre. E o motivo disso é que achamos que os dados de novembro serão negativos", disse Lagarde, na entrevista coletiva dada após a divulgação do comunicado. Os investidores seguem atentos também à aproximação do furacão Zeta, mas o que causou o maior impacto no mercado de energia, hoje, foi o último furacão a passar pelo Golfo do México, o Delta. Dados divulgados na tarde de quarta (28) indicam que a produção da região caiu a 9,9 milhões de barris diários devido à passagem do furacão Delta, mas subiu em 1,2 milhão na semana passada, chegando à máxima de três meses de 11,1 milhões. Analistas apontam que companhias como a Shell e a Chevron não apenas retomaram a produção normal após a passagem do Delta, mas ampliaram ainda mais a produção para cumprir obrigações contratuais. Os preços do petróleo também são prejudicados pelos dados divulgados ontem pelo Departamento de Energia dos EUA (DoE, na sigla em inglês), que reportou aumento nos estoques americanos da commodity em 4,32 milhões de barris na semana passada, ficando bem acima da expectativa dos analistas consultados pelo "Wall Street Journal", de alta de 800 mil barris no período.