Mercado fechado
  • BOVESPA

    113.512,38
    +480,41 (+0,43%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.801,68
    +163,32 (+0,34%)
     
  • PETROLEO CRU

    87,13
    -2,28 (-2,55%)
     
  • OURO

    1.790,40
    -7,70 (-0,43%)
     
  • BTC-USD

    23.934,44
    -165,14 (-0,69%)
     
  • CMC Crypto 200

    569,15
    -2,76 (-0,48%)
     
  • S&P500

    4.305,20
    +8,06 (+0,19%)
     
  • DOW JONES

    34.152,01
    +239,57 (+0,71%)
     
  • FTSE

    7.536,06
    +26,91 (+0,36%)
     
  • HANG SENG

    19.830,52
    -210,34 (-1,05%)
     
  • NIKKEI

    28.868,91
    -2,87 (-0,01%)
     
  • NASDAQ

    13.663,50
    -17,75 (-0,13%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,2321
    +0,0536 (+1,04%)
     

Petróleo cai para patamar anterior à guerra com medo de recessão

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.

(Bloomberg) -- O petróleo caiu para níveis não vistos desde antes da invasão da Ucrânia pela Rússia após a inflação recorde nos EUA e lucros decepcionantes de Wall Street intensificarem os temores de uma recessão.

O Brent, o petróleo de referência global, caiu até 5,1% para menos de US$ 95 o barril, seu nível mais baixo desde o final de fevereiro. O petróleo está em declínio desde o início de junho devido aos crescentes temores de que os EUA possam entrar em recessão. Logo após o início da guerra, os futuros de Brent dispararam para acima de US$ 139 com o tumulto em um mercado já apertado.

Na quinta-feira, o dólar retomou sua alta contra seus principais pares, enfraquecendo as commodities precificadas na moeda americana, e os operadores voltaram sua atenção para expectativas de um aumento histórico de um ponto percentual na taxa de juros do Fed no final deste mês.

Mas a oferta global de petróleo continua limitada, como mostram os altos prêmios para barris com entrega mais próxima. O Goldman Sachs disse que o mercado está “gritando” aperto e que a liquidação desta semana foi impulsionada por baixa liquidez e fatores técnicos.

“O petróleo está em queda livre porque os dados de demanda estão mais fracos e os fatores de risco macro ofuscam completamente o mercado físico fundamentalmente apertado”, disse Rebecca Babin, operadora sênior de energia da CIBC Private Wealth Management. “Os riscos nas próximas semanas parecem ser de queda, mantendo até os otimistas mais convictos em modo de esperar para ver o que acontece”.

O presidente Joe Biden desembarcou no Oriente Médio na quarta-feira, bem quando um relatório do governo americano mostrou que a inflação subiu para uma máxima de quatro décadas no mês passado, em grande parte devido aos custos de energia.

“As preocupações com o impacto da inflação alta no crescimento econômico e na demanda por petróleo estão crescendo visivelmente”, disse Tamas Varga, analista da corretora PVM Oil Associates.

Houve sinais de que os altos preços da gasolina nos EUA estão começando a afetar o consumo. A demanda pelo combustível no país caiu para o nível mais baixo para esta época do ano desde 1996, e caiu até em relação à mesma semana em 2020, no auge da pandemia. A média móvel de quatro semanas de demanda por gasolina foi a menor em base sazonal desde 2000. Os estoques de petróleo bruto aumentaram 3,25 milhões de barris.

Novos surtos de Covid-19 na China também pesaram nas perspectivas para a demanda por petróleo. Os surtos em Xangai parecem estar diminuindo, mas outras regiões estão sendo bloqueadas e enfrentando restrições para conter a propagação do vírus. Em todo o país, 292 casos foram registrados na quarta-feira.

More stories like this are available on bloomberg.com

©2022 Bloomberg L.P.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos