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Petróleo Brent toca máxima de dois anos; barril nos EUA tem maior valor desde 2018

·1 minuto de leitura
Tanque de armazenamento de petróleo na bacia de Permian, no Texas, Estados Unidos

Por Shadia Nasralla

LONDRES (Reuters) - Os preços do petróleo continuaram seu rali nesta quarta-feira, em meio a sinais de forte demanda por combustíveis em economias ocidentais e com perspectivas de um retorno dos barris do Irã ao mercado diminuindo, após o secretário de Estado dos Estados Unidos ter afirmado que é improvável que sanções contra o país sejam retiradas.

O petróleo Brent subia 0,3 dólar, ou 0,42%, a 72,52 dólares por barril, às 8:42 (horário de Brasília). O petróleo dos Estados Unidos avançava 0,26 dólar, ou 0,37%, a 70,31 dólares por barril.

O Brent, que mais cedo tocou máxima desde 20 de maio de 2019, a 72,83 dólares, havia avançado 1% na véspera. Os preços do petróleo WTI, que chegaram a tocar 70,62 dólares, maior valor desde 17 de outubro de 2018, subiram 1,2% na terça-feira.

"A crença generalizada na tendência de crescimento significativamente maior da demanda por petróleo no segundo semestre está abrindo caminho para o rali dos preços", disseram analistas da PVM.

Dados recentes de trânsito sugerem que as pessoas têm pego a estrada à medida que restrições associadas à Covid-19 são retiradas, disseram analistas da ANZ Research em nota, destacando números que mostraram que congestionamentos em 15 cidades da Europa atingiram seus maiores níveis desde que a pandemia começou.

Na terça-feira, a Administração de Informação de Energia dos EUA projetou que o consumo de combustíveis neste ano no país, maior usuário de petróleo global, deve ser de 1,49 milhão de barris por dia, elevando previsão anterior de 1,39 milhão.

Em outro sinal altista, dados do setor mostraram queda nos estoques de petróleo dos EUA na semana passada.

((Tradução Redação São Paulo, 55 11 5644 7519)) REUTERS LC

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