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Pessoas naturalmente resistentes ao coronavírus podem ajudar a criar nova vacina

·2 min de leitura

De acordo com um estudo realizado pela University College London, algumas pessoas contam com um certo grau de imunidade à covid-19 desde antes de começar a pandemia, e isso pode ser essencial para o desenvolvimento de uma nova vacina. Desde a primeira onda, os cientistas vinham investigando a equipe de um hospital que esteve exposta diariamente ao vírus, uma vez que hospitais são ambientes de alto risco de infecção.

Os dados mostraram que uma a cada 10 pessoas não apresentou sintomas de contaminação, nunca teve resultado positivo e nunca desenvolveu anticorpos contra a doença no sangue. O que pode ter acontecido, segundo os cientistas, é um fenômeno conhecido como infecção abortiva, que ocorre quando o sistema imunológico é capaz de controlar o vírus antes mesmo da sua instalação nas células.

<em>Imagem: Reprodução/Photocreo/Envato Elements</em>
Imagem: Reprodução/Photocreo/Envato Elements

A pesquisa revelou, através de amostras de sangue, que essas pessoas já contavam com células T protetoras muito antes da pandemia, e elas tiveram a tarefa de reconhecer e matar as células infectadas pelo SARS-CoV-2. O médico Leo Swadling, um dos responsáveis pelo estudo, conta que nesses casos o sistema imunológico já estava preparado para enfrentar a doença que, então, era nova.

Swadling explica que as células T conseguiram detectar uma parte do vírus diferente da parte onde as vacinas são treinadas para agir. Os imunizantes focam na proteína S, que cobre a coroa externa do vírus da covid-19, mas essas células T raras conseguiram enxergar a parte de dentro do vírus e encontrar as proteínas que seriam necessárias para a replicação.

Sendo assim, os pesquisadores acreditam que direcionar essas proteínas com uma nova vacina pode trazer alguma proteção contra todos os tipos de coronavírus e as novas variantes da covid-19. As vacinas atuais cumprem um excelente papel em evitar a gravidade da doença, mas ainda não impedem a infecção de forma tão potente.

O estudo foi publicado na revista científica Nature.

Fonte: Canaltech

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