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Pessoas com renda alta trabalham mais em home office ou formato híbrido

Ao contrário do que se imagina, as pessoas no home office nem sempre fazem as tarefas pelo computador
Ao contrário do que se imagina, as pessoas no home office nem sempre fazem as tarefas pelo computador (Getty Image)
  • Estudo mostrou que home office e trabalho híbrido são mais comuns na classe A

  • Famílias mais pobres que trabalham de casa exercem funções como cozinhar ou costurar

  • A casa está deixando de ser um local de descanso para virar um lugar de trabalho

O home office entrou de vez para a rotina corporativa durante o período de isolamento social. Apesar da popularização do trabalho remoto, uma pesquisa mostrou que classe social foi um fator decisivo de segmentação para essa modalidade.

Mais da metade dos trabalhadores da classe A no Brasil estão trabalhando no formato híbrido ou remoto, enquanto entre os pertencentes às classes D e E, o número cai para 36%.

Um levantamento inédito encomendado pelo Loft Analytics (núcleo de dados do grupo Loft, do setor imobiliário) aponta que o trabalho o exclusivamente presencial é mais frequente nas classes C (63%) e D/E (64%) que nas classes A (45%) e B (51%).

Para o estudo, uma parcela significativa dos profissionais de menor renda que disseram trabalhar de casa são empreendedores que utilizar a própria residência como espaço para atender ao clientes.

“É possível que esse trabalho remoto maior nas classes D/E esteja, sim, associado a formas de trabalho por necessidade, principalmente considerando que nossas perguntas não visavam captar apenas a população em home office, mas em qualquer atividade que gerasse renda dentro do lar”, explica o líder do Loft Analytics, Fabio Takahashi.

Além de mostrar os números de pessoas que estava em home office, a pesquisa também tinha como objetivo investigar a diversidade dos trabalhados realizados em residências.

“Quando se fala que as pessoas trabalham de casa, o mais comum é a imagem da pessoa na frente do computador. Mas a pesquisa captou o que estava acontecendo além disso, até que tipo de atividade estava acontecendo para gerar renda. Ficou clara essa diversidade entre as classes e as regiões”, ressaltou Takahashi.

Na pergunta sobre atividades realizadas sem sair de casa, 12% das pessoas responderam cozinhar refeições/doces/bolos/salgados para venda, 10% disseram comercializar roupas ou acessórios, 9% organizaram bazar ou brechó, 9% foram representantes ou consultores de marca, 6% cultivaram plantas e 4% trabalharam com serviços de costura.

“Fica claro que uma boa parcela da população não vê o lar como aquele local aonde volta no fim do dia. É preciso oferecer espaços, distribuições dos imóveis que contemplem essa outra atividade, que considere o lar como local de geração de renda. E isso varia por classe e região", explicou o estudo.

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