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Pessoas com menos de 40 anos já são maioria nas UTIs de COVID-19, diz estudo

Natalie Rosa
·1 minuto de leitura

No início da pandemia, a recomendação era que as pessoas mais idosas e com comorbidades se cuidassem ainda mais para não serem infectadas pelo coronavírus, pois teriam mais chances de desenvolver sintomas mais graves e precisar de hospitalização. Agora, com o avanço rápido da doença e o surgimento de variantes, a situação mudou, pelo menos aqui no Brasil.

Em pesquisa divulgada na última semana, os números mostram que a quantidade de pacientes com menos de 40 anos nas UTIs ultrapassou o número de pessoas mais idosas hospitalizadas. Indivíduos com 39 anos ou menos, no mês de março, representaram mais de 52,2% do total, somando mais de 11 mil pacientes. O aumento foi de 14,6% em relação ao início da pandemia e cerca de 45% entre os meses de setembro a fevereiro.

<em>Imagem: Reprodução/AnnaStills/Envato</em>
Imagem: Reprodução/AnnaStills/Envato

As informações são de uma pesquisa realizada pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB). Ederlon Rezende, co-coordenador do projeto, conta que o aumento é bastante significativo, além de servir de alerta. "Antes, essa era a população que geralmente desenvolveria apenas uma forma menos severa da doença e não precisaria de cuidados intensivos", disse. Esses pacientes, além de serem mais jovens, também costumam não apresentar comorbidades.

Rezende atribui a mudança nos números ao fato de que as pessoas mais velhas estão sendo as primeiras a serem imunizadas contra o coronavírus, inicialmente aquelas com mais de 80 anos, e também porque os mais jovens são os mas prováveis a se exporem ao SARS-CoV-2, principalmente por precisarem se deslocar ao trabalho. Além disso, é preciso considerar a gravidade das novas variantes do vírus.

Fonte: Canaltech

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