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Pessoas alérgicas têm 38% menos risco de Covid-19, diz estudo

·2 min de leitura

Pessoas com doenças alérgicas têm um risco até 38% menor de desenvolver Covid-19. A conclusão é de uma pesquisa realizada pela Universidade Queen Mary de Londres, publicada recentemente na revista Thorax.

Para explorar quais fatores aumentam o risco da doença, os pesquisadores analisaram dados de 16 mil pessoas que responderam questionários online entre 1º de maio de 2020 e 5 de fevereiro de 2021. Foram analisados apenas fatores que poderiam influenciar no risco de contrair a infecção, incluindo idade, circunstâncias familiares, trabalho, estilo de vida, peso, altura, condições médicas de longa data, uso de medicamentos, estado de vacinação, dieta e ingestão de suplementos.

No total, 16 mil pessoas responderam ao primeiro questionário, mas apenas 14,3 mil continuaram preenchendo os demais e finalizaram a enquete final. Em média, os participantes tinham 59 anos, a maioria (70%) era mulher e 95% identificaram sua origem étnica como branca.

No período do estudo, 446 participantes (quase 3%) receberam diagnóstico de Covid-19 e 32 foram hospitalizados. Os resultados mostraram que doenças desencadeadas por alérgenos, como eczema, dermatite atópica e rinite alérgica foram associadas a uma redução de 23% no risco de Covid-19. Entre os que tinham doença atópica e asma, o risco foi 38% menor.

Como este é um estudo observacional, não é possível estabelecer uma relação entre causa e consequência. Mas uma das hipóteses citadas pelos pesquisadores para a diminuição do risco de Covid-19 em pessoas com doenças alérgicas é o fato dessas pessoas apresentarem redução da expressão de ECA2, enzima utilizada pelo novo coronavírus para invadir as células.

O uso de imunossupressores também foi associado a uma probabilidade 53% menor de infecção pelo novo coronavírus. Mas os pesquisadores ressaltam que isso pode ser decorrente do fato dessas pessoas se protegerem mais contra a doença. Já os fatores que foram associados ao aumento no risco de Covid-19 foram: etnia asiática, superlotação familiar, socializar com outras famílias, frequentar ambientes públicos fechados, profissões que exijam contato direto com outras pessoas, além de sobrepeso e obesidade.

Surpreendentemente, fatores comumente associados ao aumento do risco de complicações da doença, como idade avançada, sexo masculino e outras condições médicas não aumentaram a probabilidade de Covid-19 neste estudo. De acordo com os autores, a maioria dos casos da doença relatados no estudo foram leves, o que indica que os fatores de risco para o desenvolvimento de Covid-19 em geral não são necessariamente os mesmos associados a quadros casos graves e morte.

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