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Pesquisadores japoneses defendem uso de ozônio contra o coronavírus

Na busca por formas eficazes de combater a COVID-19, um grupo de pesquisadores japoneses aponta que baixas concentrações de gás ozônio — molécula formada por três átomos de oxigênio — conseguem neutralizar as partículas do novo coronavírus (SARS-CoV-2). Em tempos de pandemia, essa pode ser uma saída para hospitais desinfetarem salas de exame e áreas de espera, reduzindo os riscos de contágio.

É o que comprovam os resultados de pesquisa desenvolvida pela Fujita Health University, em Toyoake, no Japão. Em entrevista nesta quarta-feira (26), os pesquisadores afirmaram que o gás ozônio em concentrações de 0,05 a 0,1 ppm, que são níveis considerados inofensivos para os humanos, pode eliminar o vírus da COVID-19.

Pesquisa japonesa atesta eficácia de ozônio contra o novo coronavírus (Imagem: Gerd Altmann/Pixabay )
Pesquisa japonesa atesta eficácia de ozônio contra o novo coronavírus (Imagem: Gerd Altmann/Pixabay )

“A transmissão do novo coronavírus pode ser reduzida pelo tratamento contínuo de ozônio de baixa concentração, mesmo em ambientes onde as pessoas estão presentes, usando este tipo de sistema”, comenta o pesquisador principal do estudo, Takayuki Murata, sobre a descoberta que propõe o uso do gás em ambientes fechados. “Descobrimos que é particularmente eficaz em condições de alta umidade”, completa o cientista.

Como foi a pesquisa?

Na ciência, há tempos o ozônio é reconhecido por inativar muitos patógenos, e experimentos anteriores mostraram que altas concentrações, entre um e 6 ppm, eram eficazes contra o coronavírus, mas potencialmente tóxicas para humanos.

Para comprovar a eficácia do método, o experimento japonês usou um gerador de ozônio em uma câmara selada com amostras desse coronavírus. Após os testes, a potência viral do agente infeccioso diminuiu em mais de 90%. Isso quando submetido a níveis baixos do gás por cerca de 10h. Após os resultados positivos do experimento, o hospital da universidade japonesa instalou geradores de ozônio para reduzir a infecção nas áreas de espera e salas de pacientes.

Em paralelo, outro estudo recente do Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos Estados Unidos, mostrou que o ozônio pode ser eficaz na desinfecção de equipamentos médicos de proteção contra a COVID-19. Já no Brasil, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) verificou a eficácia do uso da água ozonizada contra o coronavírus.

Fonte: Canaltech

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