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Pesquisadores criam método menos invasivo para diagnosticar câncer cerebral

·1 min de leitura

Pesquisadores da Washington University in St. Louis (EUA) descobriram um novo método não-invasivo para diagnosticar o glioblastoma, um tipo de câncer cerebral que — por enquanto — exige uma biópsia para ser detectado. A alternativa descoberta pelos cientistas envolve ultrassom e exame de sangue, e já foi testada em ratos e porcos.

O desafio do diagnóstico se deve pela barreira hematoencefálica, uma estrutura que impede e/ou dificulta a passagem de substâncias do sangue para o sistema nervoso central, tais como anticorpos e fatores de coagulação. Essa função também acaba impedindo o acesso para diagnóstico e tratamento de cânceres, doenças neurodegenerativas e outras doenças que afetam o cérebro.

Estudos anteriores mostraram que pulsos de ultrassom podem abrir temporariamente essa barreira, permitindo a entrada de medicamentos. O novo estudo se concentra nessa mesma técnica: os pesquisadores injetam microbolhas na corrente sanguínea, ao mesmo tempo em que direcionam pulsos de ultrassom ao cérebro. Quando as microbolhas são atingidas pelas ondas, elas começam a pulsar, deixando a barreira aberta temporariamente, e permitindo que biomarcadores de glioblastoma escapem para o sangue.

E é justamente com base nesses biomarcadores que vem a possibilidade de diagnosticar o câncer, por meio de um simples exame de sangue. Em vídeo, o grupo explica o procedimento:

A equipe diz que a ultrassonografia pode eventualmente ser usada não apenas para diagnosticar tumores cerebrais, como também monitorar o progresso do tratamento e detectar recorrências no futuro. No entanto, ainda há uma longa jornada até que esse procedimento seja usado em humanos. De qualquer forma, o estudo completo pode ser encontrado aqui.

Fonte: Canaltech

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