Mercado abrirá em 52 mins
  • BOVESPA

    128.405,35
    +348,35 (+0,27%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.319,57
    +116,77 (+0,23%)
     
  • PETROLEO CRU

    71,75
    +0,11 (+0,15%)
     
  • OURO

    1.782,90
    +13,90 (+0,79%)
     
  • BTC-USD

    32.378,28
    -1.253,50 (-3,73%)
     
  • CMC Crypto 200

    792,13
    -147,82 (-15,73%)
     
  • S&P500

    4.166,45
    -55,41 (-1,31%)
     
  • DOW JONES

    33.290,08
    -533,32 (-1,58%)
     
  • FTSE

    7.020,18
    +2,71 (+0,04%)
     
  • HANG SENG

    28.489,00
    -312,27 (-1,08%)
     
  • NIKKEI

    28.010,93
    -953,15 (-3,29%)
     
  • NASDAQ

    14.077,50
    +42,50 (+0,30%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,0293
    -0,0068 (-0,11%)
     

Pesquisadores conseguiram invadir sistemas de carro Tesla usando um drone

·2 minuto de leitura

Um drone foi tudo do que precisaram os pesquisadores Ralph-Phillipp Weinmann, da Kunnamon, e Benedikt Schmotzle, da Comsecuris, para invadir e controlar remotamente os sistemas de entretenimento de um carro Tesla. Explorando uma brecha de segurança no software ConnMan, eles usaram sinais Wi-Fi para destravar portas, abrir o porta-malas, mudar a posição de assentos e alterar os modos de direção e aceleração do veículo.

Os pesquisadores batizaram as falhas como “TBONE”, afirmando que o único aspecto que não conseguiram acessar foi o sistema de ignição do carro invadido. As descobertas foram disponibilizadas publicamente na última terça-feira (4), meses após terem sido compartilhadas com a Tesla, que fechou a brecha de segurança com uma atualização lançada no final de outubro de 2020 — o ConnMan foi atualizado em fevereiro deste ano.

Imagem: Divulgação/Tesla
Imagem: Divulgação/Tesla

A intenção de Weinmann e Schmotzle era apresentar suas descobertas durante o concurso PWN2OWN 2020, que teve sua realização cancelada devido à pandemia de COVID-19. Segundo Weinmann, o TBONE permitia a injeção de um novo firmware em carros da fabricante, que permitiria transformá-los em novos pontos de infecção que se espalharia por outros carros e, potencialmente, outros dispositivos conectados à internet na forma de um worm.

Emulador facilitou a descoberta

O pesquisador afirma que nenhum veículo real foi usado durante os testes, conduzidos inteiramente dentro do emulador KunnaEmu. “A emulação do KunnaEmu é precisa o suficiente para permitir que a brecha seja tão bem-sucedida quanto seria em um hardware real da Tesla”, garantiu.

Segundo Weinmann, softwares como o KunnaEmu podem ser de grande ajuda a fabricantes automotivos durante as etapas de testes e distribuição de atualizações para os sistemas de seus veículos. A documentação completa do problema encontrado e como os pesquisadores conseguiram explorá-lo pode ser encontrada neste link, que leva a um relatório no formato PDF totalmente em inglês.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos