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Pesquisador consegue minerar Bitcoin com um computador de 1989

·2 min de leitura

Um Toshiba T3200SX, de 1989, é agora uma máquina de mineração de Bitcoin. O projeto é do desenvolvedor de software Dmitrii Eliuseev, que transformou o equipamento vintage para a tarefa. O dispositivo usa processador Intel 386SX de 16 MHz e MS-DOS. Quando foi lançado custava, no mínimo, US$ 6.299 (R$ 34,6 mil), algo como US$ 13.896 (R$ 76,4 mil) hoje.

Ele publicou um post em que explica como fez a transformação do notebook, usando a lógica aplicada na mineração com blockchain para adaptá-la a um processo que a máquina, mesmo com suas limitações, ainda é capaz de fazer.

A partir daí, o pesquisador utilizou seu conhecimento em linguagens de programação como Python, MS-DOS e C++ para chegar a um software que consegue minerar moedas digitais com uma CPU 80386 de 16 MHz — e olha que ele adiantou a possibilidade de isso também ser realizado em modelos retrô ainda mais simples com núcleo 8086 ou Z80. O resultado está disponível na página de Eliuseev no GitHub.

Toshiba T3200SX é capaz de minerar Bitcoins (Imagem: Reprodução/Steptail.com)
Toshiba T3200SX é capaz de minerar Bitcoins (Imagem: Reprodução/Steptail.com)

O uso de dispositivos variados para a mineração de Bitcoin já é comum: smartphones, Raspberry Pis e até Teslas já foram testados. Apesar de o T3200SX ser capaz de fazer o processo, ele atinge apenas 15 hashes por segundo. Lembrando que hash é o algoritmo que mapeia dados grandes e de tamanho variável para pequenos dados de tamanho fixo — basicamente o que "organiza a fila" de criptografia de informações para a mineração.

Segundo estimativas de Eliuseev, a essa velocidade, é capaz de obter US$ 1 (R$ 5,49) a cada 584 milhões de anos. Os mineradores com melhor desempenho disponíveis hoje no mercado são capazes de produzir 110 terahashes/segundo — são 100 trilhões de vezes mais que o T3200SX. As fazendas de mineração de Bitcoin têm centenas desses equipamentos em operação.

Custo da mineração

Outra estimativa é que o T3200SX gaste cerca de 39 W de potência quando submetido ao esforço da mineração de criptomoedas. Isso representa 28 KWh se o dispositivo ficar ligado 24 horas durante os 30 dias do mês.

Na Enel, em São Paulo, o preço do quilowatt-hora é R$ 0,594490 nesta quarta-feira (19). No fim do mês, o usuário gastaria R$ 16,69 só com ele. Ao fim dos 584 milhões de anos necessários para minerar US$ 1, seriam gastos R$ 117 bilhões em energia elétrica.

Fonte: Canaltech

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