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Pesquisa revela que 1 mil organizações são afetadas por ransomware a cada semana

·2 minuto de leitura

Em um momento no qual a Colonial Pipeline, maior operadora de oleodutos dos Estados Unidos, enfrenta uma crise resultante da ação de um ransomware, um levantamento da Check Point Research (PCR) mostra que golpes desse tipo estão se tornando cada vez mais frequentes ao redor do mundo. Um estudo divulgado pela empresa nesta quinta-feira (13) aponta que, no segundo trimestre de 2021, 1 mil organizações ao redor do mundo foram impactadas a cada semana por ao menos uma ofensiva dessa modalidade.

Entre os elementos que ajudam a explicar essa frequência está a grande lucratividade das ações — a Colonial Pipeline, por exemplo, pagou um resgate de aproximadamente US$ 5 milhões (R$ 26 milhões). Segundo a PCR, o valor total angariado pelos criminosos cresceu em 75% em 2020 na comparação com 2019, movimentando um total de US$ 20 bilhões (R$ 132 bilhões).

Imagem: Divulgação/Check Point Software
Imagem: Divulgação/Check Point Software

Os setores mais visados pelos criminosos são os da saúde (109 ataques semanais), Utilities (59) e Seguros (34), sendo que o número varia conforme a região analisada. Enquanto na Ásia-Pacífico (APAC) se concentram aproximadamente 51 ofensivas a cada sete dias, esse montante na América Latina e Europa tem como média 14 ataques semanais — embora na África a frequência seja de quatro ataques por semana, isso representa um aumento de 14% em relação aos indicadores registrados no início de 2021.

Imagem: Divulgação/Check Point Software
Imagem: Divulgação/Check Point Software

No Brasil, a maioria das tentativas de ataque se iniciam através de mensagens de e-mail (53%), sendo que as ações mais comuns envolvem a execução remota de códigos maliciosos. A Check Point Software afirma que um ambiente de crescente sofisticação dos golpes, aliado a um despreparo das empresas para o momento de transformação digital colaboram para aumentar o momento de insegurança. A companhia traz algumas recomendações nesse contexto:

  • Adotar estratégias de prevenção e proteção em todas as fases e aspectos de uma organização;

  • Aumentar a atenção em fins de semana e feriados, quando ambientes de rede geralmente são menos acompanhados;

  • Instalar atualizações de segurança em todos os sistemas assim que elas forem disponibilizadas;

  • Contratar soluções anti-ransomware especializadas;

  • Treinar usuários e funcionários para identificar golpes mais comuns, evitando cair em ações de engenharia social ou clicar em links e arquivos suspeitos;

  • Profissionais de segurança devem ficar atentos a infecções por Trickbot, Emotet, Dridex e CobaltStrik que abrem portas para a ação de ransomware.

Fonte: Canaltech

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