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Pesquisa relaciona Facebook a aumento de depressão; Zuckerberg discorda

·2 minuto de leitura

Em uma audiência realizada em março deste ano, uma deputada norte-americana chamada Cathy McMorris Rodgers levantou um alerta para a relação entre as redes sociais e o aumento na taxa de depressão e suicídio entre adolescentes: de 2011 a 2018, as taxas de depressão em adolescentes aumentaram em mais de 60% e, de 2009 a 2015, as internações em pronto-socorro por automutilação entre meninas de 10 a 14 anos triplicaram nos EUA.

Na ocasião, a deputada confrontou o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, o CEO do Twitter, Jack Dorsey e o CEO do Google, Sundar Pichai, apresentando tais estatísticas. Mas questionado se reconhecia uma conexão entre o declínio da saúde mental dos adolescentes e a ascensão das plataformas de mídia social, Zuckerberg discordou: "Não acho que a pesquisa seja conclusiva sobre isso", respondeu.

No entanto, os especialistas observam uma correlação cada vez mais clara entre essa queda na saúde mental e o uso de mídia social, e se preocupam que o Facebook (que também é dono do Instagram e do WhatsApp) tenha negado essa relação para proteger sua imagem pública.

(Imagem: Cabral/Unsplash)
(Imagem: Cabral/Unsplash)

De acordo com Jean Twenge (professor de psicologia da San Diego State University), por exemplo, as evidências mostram que há uma ligação entre o uso da mídia social e a depressão. "Os maiores e mais bem conduzidos estudos que temos mostram que os adolescentes que passam mais tempo nas redes sociais têm maior probabilidade de ficar deprimidos ou infelizes", declarou o professor em entrevista à rádio norte-americana NPR.

Pouco depois desa audiência parlamentar, outra deputada — Kathy Castor — perguntou a Zuckerberg se ele estava familiarizado com um estudo de 2019 que descobriu que o risco de depressão em crianças aumenta a cada hora gasta nas redes sociais. O CEO do Facebook negou.

Fonte: Canaltech

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