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Veja quais são os bairros mais caros para morar no Rio de Janeiro

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Alugueis sobem 5,2% em média no Rio de Janeiro
Alugueis sobem 5,2% em média no Rio de Janeiro
  • A valorização dos imóveis no Rio de Janeiro subiu em média 5,2% na cidade;

  • Com alta de 29,96% , Barra da Tijuca encabeça a lista de bairros mais caros;

  • Centro da cidade foi a região que mais desvalorizou, 8,26%

Uma pesquisa realizada pela APSA revelou que preço do aluguel na cidade do Rio de Janeiro subiu, em média, 5,2% no ano de 2021. O Leblon foi o bairro que mais se valorizou na Zona Sul: 15,24 %; já na Zona Oeste, a Barra da Tijuca, foi o bairro com maior aumento anual (29,96%). Ao todo, dez localidades tiveram aumento nos preços de locação.

Além do Leblon, outros bairros da Zona Sul registraram aumento no valor do aluguel de imóveis. O Flamengo é o segundo no ranking da região anotando 11,6% de valorização, seguido de Ipanema com3,85%. Apesar do cenário de inflação, alguns bairros da região registraram queda no índice. É o caso do Catete -3,76%, Copacabana -1,63%

Na Zona Oeste, o Recreio é a segunda localidade que mais se valorizou na cidade do Rio de Janeiro com 17,84%. Apenas atrás de sua vizinha Barra da Tijuca com 29,96%.

Os aumentos se mostraram mais tímidos na Zona Norte da cidade. O bairro que registrou maior aumento no valor do aluguel foi o Méier com apenas 3,41%, outras valorizações pouco expressivas foram observadas no Rio Comprido com 0,97%, Grajaú com 0,96%. O Centro da cidade foi a localidade que registrou maior queda no valor do aluguel, chegando a 8,26%.

A vacância, ou seja, a quantidade de imóveis disponíveis para o aluguel, é um dos indicadores levados em consideração pelas imobiliárias na hora de definir a valorização de cada bairro. Os bairros com menos imóveis vazios disponíveis para alugar no mês de dezembro de 2021 são: Recreio (5,1%), Ipanema (8,9%) e Flamengo (10,3%). Outros bairros estão bem próximos da taxa de vacância ideal, que é de 8 a 10%. Botafogo, por exemplo (12,1%) e Leme (12,3%).

Na Zona Sul, estão com maior taxa de vacância os bairros Laranjeiras (17,2%), Copacabana (16,5%) e Leblon (14,9%). Já a Tijuca segue com alta vacância de 17,6%. O Maracanã chega à taxa de 24,1%. O Centro segue com uma das maiores vacâncias, de 37,9%. Vila Isabel fecha o ano com vacância de 15,4% e Grajaú com 14,8%. O Rio Comprido também continua com alta taxa de vacância (18,2%) e Méier, com 16,2%. E o Recreio está com uma das menores vacâncias, com 5,1%.

Segundo o gerente geral de Imóveis da APSA, Jean Carvalho a taxa se aproxima da observada no período pré-pandemia: O mercado de imóveis residenciais para locação no Rio de Janeiro dá sinais de uma recuperação contínua, com aumento das unidades alugadas. A taxa média de vacância do mês de dezembro ficou em 17,7%. Desde o mês de julho, quando chegou a 21%, a taxa vem decrescendo continuamente. Agora atinge o mesmo patamar de janeiro de 2021. Ainda está mais alta do que a taxa ideal, mas já é mais próxima do índice apurado antes do início da pandemia, de 14%"

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