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Pesquisa mostra como economizar mais de R$ 4.150 nas compras do supermercado

·3 minuto de leitura
African woman wearing protective face mask buying grocery at a supermarket. Female customer shopping at a local grocery store.
African woman wearing protective face mask buying grocery at a supermarket. Female customer shopping at a local grocery store.
  • Pesquisa da PROTESTE demonstra preços de cestas básicas em supermercados;

  • “Guia de Preços” foi realizado em seis capitais brasileiras em mercados diversos;

  • Consumidor também pode fazer um teste no simulador da entidade.

 A Proteste, entidade de defesa dos direitos ao consumidor, fez uma pesquisa e mapeou quais e que tipo de estabelecimentos são os que oferecem os melhores preços.

A entidade criou o “Guia de Preços de Supermercado”, que tem o objetivo de indicar aos consumidores os supermercados mais baratos localizados em seis cidades do país, e em seis regiões distintas, entre Belém, Goiânia, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

O estudo se baseia no custo total para a compra de duas cestas definidas de produtos, classificadas de acordo com dois perfis de consumo diferentes, mas com um número em comum: 104 itens, divididos em categorias como as de mercearia, higiene e limpeza, perecíveis e hortifruti.

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"Vale ressaltar que [São Paulo] foi a cidade que encontramos a maior diferença entre as redes mais baratas e caras, na cesta 2, podendo custar 45% a mais que a mais barata. As cadeias de lojas mais caras chegam a custar até 37% a mais na cesta 1 e 45% a mais na cesta 2", afirmou a Proteste.

A tabela abaixo mostra as três redes mais baratas e as três mais caras de cada cidade. O índice de 100 indica a loja mais barata e a diferença em números é o percentual de quanto uma rede de loja é mais cara que a outra.

Segundo a Proteste, a economia que um consumidor pode fazer ao optar pelo mercado mais barato em vez do mais caro em certas cidades pode chegar a R$ 4 mil por ano, e isso pode se perceber na diferença de preços entre mercados de uma mesma cidade.

No Rio de Janeiro, o consumidor que optar pelos itens mais baratos e escolher fazer suas compras no Assaí Ilha do Governador ao invés de comprar no Pão de Açúcar de Copacabana, pode economizar cerca de R$ 3.085 por ano.

Em São Paulo, a economia chega a R$ 3.939,36, se o consumidor preferir realizar suas compras no Assai da Avenida das Nações Unidas, em Jurubatuba, ao invés do Mercado Vip, na rua Monte Serrat, no Tatuapé, enquanto em Salvador, o consumidor pode poupar R$ 3.873 caso opte por fazer compras no mercado Todo Dia no bairro de Pernambués, ao invés de ir ao Bom Preço na Saúde.

Em Porto Alegre, o valor poupado no ano chega a R$ 2.004 se as compras forem realizadas no Atacadão no bairro Sarandi, ao invés do Hiper Big, localizado no mesmo bairro. Os mercados ficam um de frente para o outro na mesma avenida. Em Belém, a economia anual pode ser de R$ 3.527 quando as compras são realizadas no Atacadão, no bairro da Agulha ao invés de ser feita no Líder no bairro Marco.

Já em Goiânia, se o comprador escolher o Atacadão, localizado na Avenida Goiás em Recanto do Bosque, em detrimento do Pão de Açúcar, na Avenida República do Líbano, ele pode economizar em um ano de compras, o valor de R$ 4.151.

O consumidor dessas seis cidades pesquisadas pode fazer o teste de preços mais baratos através de uma ferramenta disponibilizada pela Proteste, o “Simulador de Preços”, em que a entidade mapeia cada supermercado de cada bairro de São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Salvador, Porto Alegre e Goiânia, e disponibiliza os preços para comparação.

Informações são do Valor Econômico.

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