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Pesquisa indica crescente assédio de mulheres jovens britânicas

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- Mulheres no Reino Unido enfrentam uma onda de comportamento abusivo, sendo que duas em cada três jovens sofreu algum tipo de assédio no último ano.

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O estudo do Escritório Nacional de Estatísticas (ONS, na sigla em inglês) também identificou abuso generalizado de mulheres quando crianças: quase uma em cada quatro disse que foi vítima desse tipo de comportamento. Cerca de 7% das mulheres foram vítimas de violência doméstica no ano até março de 2020, e 81 mulheres foram mortas em homicídio doméstico.

A pesquisa surge na esteira dos assassinatos de várias mulheres em Londres. Sarah Everard, uma executiva de marketing de 33 anos, foi morta por um policial em serviço em março, crime que gerou protestos e debates sobre os índices de violência contra mulheres no país. Em setembro, a professora de escola primária Sabina Nessa, de 28 anos, foi morta em um parque no sul de Londres a poucos minutos de casa.

O artigo do ONS é resultado do trabalho com departamentos governamentais e instituições de caridade para analisar a escala dos crimes que visam principalmente mulheres e meninas e os danos causados. Variam de agressão sexual e violência doméstica a perseguição, casamento forçado e assédio no trabalho e nas ruas.

O relatório constatou que uma em cada três mulheres com mais de 16 anos no Reino Unido foi submetida a pelo menos uma forma de assédio no último ano. O número sobe para duas em cada três entre mulheres de 16 a 34 anos. Entre mulheres que sofreram assédio, 89% disseram que se sentiam inseguras ao caminhar sozinhas à noite em um parque ou outro espaço aberto.

“Nossa pesquisa mostra que esses incidentes têm implicações de longo prazo e é um problema que lamentavelmente não está desaparecendo, possivelmente exacerbado em alguns tipos de crimes pela pandemia”, disse Meghan Elkin, chefe-adjunta de estatísticas criminais do ONS, em um blog que acompanha os dados.

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