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Pesquisa experimental leva à remissão de câncer em todos os pacientes envolvidos

Cientistas do Memorial Sloan Kettering (MSK) Cancer Center relataram ter curado o câncer retal de todos os 12 pacientes envolvidos em tratamento experimental de imunoterapia, utilizando o remédio dostarlimab. A remissão aconteceu sem a necessidade de quimioterapia, sendo que a doença se tornou indetectável em seus corpos.

O estudo foi publicado na New England Journal of Medicine, junto a um artigo revisando os achados dos cientistas. Foram seis meses de tratamento, e o resultado foi uma surpresa tanto para os pacientes quanto para os pesquisadores: a primeira paciente, Sascha, estava a caminho de Nova York para a radioterapia quando seu oncologista a avisou que o câncer havia entrado em remissão.

A iniciativa partiu de médicos do MSK, que decidiram investigar se a imunoterapia por si só poderia tratar o câncer, sem, no entanto, esperar resultados tão positivos. Ainda que a amostragem seja pequena, os 12 pacientes envolvidos, além de se livrarem da doença, não tiveram efeitos adversos por conta do uso de dostarlimab. A droga é um inibidor de controle, que, basicamente, tira o freio das células imunes, as liberando para reconhecer e atacar células do câncer.

O novo tratamento, além de resultar na remissão do câncer retal de todos os pacientes participantes, também dispensou quimioterapia e radioteria (Imagem: nd3000/envato)
O novo tratamento, além de resultar na remissão do câncer retal de todos os pacientes participantes, também dispensou quimioterapia e radioteria (Imagem: nd3000/envato)

Controvérsias

Nem tudo, é claro, são flores. Especialistas lembram que medicamentos como o dostarlimab causam reações alérgicas em uma a cada cinco pessoas, e de 3% a 5% delas apresentam reações severas, incluindo fraqueza muscular e dificuldade de mastigar e engolir. A falta de efeitos adversos nos pacientes pode ser por conta da amostra pequena de cobaias, ou pelo caráter único dos cânceres tratados, segundo profissionais da oncologia.

Serão necessários mais testes, e em um número maior de pacientes, para entender completamente os resultados do tratamento com a droga específica. Não se sabe, também, a duração necessária para que uma reposta clínica completa ao dostarlimab seja tratada efetivamente como uma "cura" do câncer em questão.

Ainda assim, os médicos estão confiantes nos resultados e felizes com a nova perspectiva dos pacientes que entraram em remissão, já que suas funções corporais serão mantidas normalmente — cirurgias ou tratamentos como radioterapia e quimioterapia costumam afetar o corpo de forma agressiva. No momento, resta aguardar novos estudos com o dostarlimab e seus resultados.

Fonte: Canaltech

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