Mercado fechado
  • BOVESPA

    105.069,69
    +603,45 (+0,58%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.597,29
    -330,11 (-0,65%)
     
  • PETROLEO CRU

    66,22
    -0,28 (-0,42%)
     
  • OURO

    1.782,10
    +21,40 (+1,22%)
     
  • BTC-USD

    49.285,86
    +825,10 (+1,70%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.367,14
    -74,62 (-5,18%)
     
  • S&P500

    4.538,43
    -38,67 (-0,84%)
     
  • DOW JONES

    34.580,08
    -59,72 (-0,17%)
     
  • FTSE

    7.122,32
    -6,89 (-0,10%)
     
  • HANG SENG

    23.766,69
    -22,24 (-0,09%)
     
  • NIKKEI

    28.029,57
    +276,20 (+1,00%)
     
  • NASDAQ

    15.687,50
    -301,00 (-1,88%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3953
    +0,0151 (+0,24%)
     

Pesquisa aponta que 2 a cada 3 brasileiros têm medo de comprar com Pix

·3 min de leitura

Com a proximidade da Black Friday 2021, que ocorre sexta-feira (26), muitas lojas esperam grandes vendas, principalmente com a adoção em massa pela população brasileiro do Pix, sistemas de transferências instantâneas do Banco Central. Mas o que muitos varejos não estão levando em conta é a insegurança de muitos clientes em usar essa forma de pagamento.

Uma pesquisa sobre hábitos de compras online dos tupiniquins, realizada às vésperas da Black Friday, entre os dias 3 e de 16 novembro, revelou que 66% dos entrevistados têm medo de fechar a aquisição com Pix, número equivalente a dois de cada três brasileiros. O levantamento, feito pela PSafe, ouviu 8.606 usuários do aplicativo dfndr security, e as projeções utilizam como base a quantia consumidores como sistema Android no país, que seriam 131,1 milhões de pessoas.

A pesquisa revelou ainda que 55% dos entrevistados não possuem Pix cadastrado em seu CPF e 81% não confiam em fazer transferências bancárias utilizando o WhatsApp. O levantamento também mostrou que 80% das pessoas afirmaram não se sentirem seguras ao colocarem seus dados pessoais e bancários em sites de compras e o método de pagamento preferido são os boletos.

"Essa desconfiança é justificável. Somente neste ano, nós já alertamos para três grandes vazamentos que expuseram indevidamente os dados de mais de 223 milhões de pessoas. Estamos falando de nomes, CPFs, endereços, entre outros. De posse de tantos dados, os cibercriminosos conseguem cada vez mais criar golpes customizados, dificultando a distinção entre o que é falso e real" afirma Emilio Simoni, executivo-chefe de segurança da PSafe

Além disso, os golpes do Pix também assustam a população, se juntando com estimativas que na Black Friday 2021, cerca de 34 mil tentativas de fraudes serão realizadas durante a data, colaborando com o medo dos brasileiros.

Phishing em alta

<em>O phishing é o principal método usado pelos criminosos virtuais durante a Black Friday. (Imagem: Reprodução/Mohamed Hassan/Pixabay)</em>
O phishing é o principal método usado pelos criminosos virtuais durante a Black Friday. (Imagem: Reprodução/Mohamed Hassan/Pixabay)

A pesquisa também mostra que o phishing é o meio preferido dos criminosos virtuais para tentarem fisgar as vítimas durante a Black Friday, com a PSafe afirmando ter bloqueado mais de 1,1 milhão de tentativas de golpes relacionados ao evento em 2021.

Além disso, fora da Black Friday, projeções da PSafe indicam que, nos dez primeiros meses de 2021, mais de 150 milhões de pessoas já podem ter sido vítimas de phishing.

Para evitar tanto a ocorrência de golpes de phishing quanto para passar mais segurança a população quanto ao Pix, especialistas do dfndr lab, laboratório especializado em cibersegurança da PSafe, compartilharam algumas dicas para ajudar na proteção digital:

  • Tenha sempre uma solução de segurança capaz de detectar links maliciosos em tempo real no WhatsApp, Facebook Messenger, SMS e navegador;

  • Evite clicar em links de fontes desconhecidas, especialmente os que forem compartilhados via aplicativos de troca de mensagem e redes sociais;

  • Crie o hábito de duvidar das informações compartilhadas na internet, principalmente quando se tratar de supostas promoções, brindes, descontos ou até promessas de emprego;

  • Nunca informe dados sensíveis em links de procedência duvidosa;

  • Procure sempre confirmar a veracidade das informações nas páginas e sites oficiais das marcas;

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos