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Peso mexicano beira nível pré-Covid e mercado vê mais ganhos

(Bloomberg) -- O peso mexicano atingiu seu nível mais forte em mais de dois anos, em uma valorização que reforça a moeda como favorita dos investidores para 2023 na América Latina.

Altas taxas de juros, baixa volatilidade, uma perspectiva fiscal equilibrada e um cenário político estável convergem para tornar o peso a moeda de melhor desempenho nos mercados emergentes este ano, depois do rublo russo. Nenhum desses fatores deve mudar tão cedo, tornando o peso um candidato a moeda mais quente da América Latina novamente no ano que vem.

“O México se tornou o porto seguro da região”, disse Brendan McKenna, estrategista da Wells Fargo. “Os riscos políticos são inexistentes no momento. Com o Banxico ainda hawkish, a dinâmica da política monetária continua favorável” e o peso “pode ter um dos melhores desempenhos entre todas as moedas de mercados emergentes”.

O México se destacou em comparação com seus pares regionais este ano. Embora o Brasil fosse visto como forte candidato a assumir a liderança em qualquer rali dos mercados emergentes devido às altas taxas de juros e à queda da inflação, as discussões sobre flexibilização fiscal sob o novo governo minaram o potencial de valorização do real.

As moedas andinas, incluindo os pesos chileno e colombiano, também são apostas mais arriscadas devido ao menor volume de mercado e intensa volatilidade. A volatilidade implícita do peso mexicano em um mês é de 11%, menos da metade do que no Chile e na Colômbia, que lutam para controlar amplos déficits em conta corrente.

“Somos construtivos em relação ao peso mexicano”, disse Juan Prada, estrategista de câmbio do Barclays em Nova York. “Embora os ganhos recentes possam limitar mais valorização, o México oferece uma perspectiva fiscal estável e menos ruído político.”

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©2022 Bloomberg L.P.