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Perspectivas de aperto monetário nos EUA impulsionam dólar acima de R$5,61

·2 min de leitura
Cédula de dólar. 26 de maio de 2020. REUTERS/Dado Ruvic

SÃO PAULO (Reuters) - O dólar ganhava força na tarde desta sexta-feira, chegando a superar os 5,61 reais, em meio a crescentes expectativas de que o banco central dos Estados Unidos apertará sua política monetária mais cedo do que o esperado.

Às 15:26 (horário de Brasília), o dólar avançava 0,45%, a 5,5945 reais na venda, ficando a caminho de registrar seu quinto ganho diário consecutivo após devolver completamente as perdas registradas mais cedo nesta sexta-feira.

Nesta sessão, a moeda norte-americana à vista oscilou entre 5,5215 reais na mínima do dia (-0,87%) e 5,6121 reais na máxima (+0,76%).

Os picos da sessão aqui acompanharam um rali do dólar no exterior. O índice da moeda frente a uma cesta de pares fortes subia 0,42% por volta de 15h27.

Investidores repercutiam comentários de duas autoridades importantes do Federal Reserve (Fed) que defenderam aceleração no ritmo de redução do estímulo do banco central.

O vice-chair da autoridade monetária, Richard Clarida, disse nesta sexta-feira que "pode ​​muito bem ser apropriado" discutir a aceleração da redução das compras de títulos na próxima reunião do Fed, em dezembro, enquanto o diretor Christopher Waller afirmou que o banco poderia dobrar o ritmo de corte de estímulos em janeiro.

Há no mercado ampla visão de que a redução das compras de ativos pelo Fed antecederia aumentos de juros nos EUA. Diante de sinais de recuperação da atividade econômica no país e salto dos preços ao consumidor à maior taxa em mais de três décadas em outubro, há apostas crescentes de que o Fed poderia elevar os custos dos empréstimos já no ano que vem.

Juros mais altos na maior economia do mundo são amplamente vistos como benéficos para o dólar, uma vez que elevariam a rentabilidade dos títulos dos EUA, destino visto como seguro para investimentos.

Fornecendo amparo adicional à moeda norte-americana, o ambiente doméstico segue repleto de incertezas na frente fiscal, conforme investidores acompanham o andamento da PEC dos Precatórios no Congresso.

(Por Luana Maria Benedito)

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