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Perfumarias de luxo se (re)posicionam com biotech e sustentabilidade

·2 minuto de leitura

As gerações mais novas já nasceram em um mundo interconectado pela tecnologia e marcado por rápidas transformações, seu jeito de agregar valor e identificação ao consumo traz uma face de frescor em comparação aos seus predecessores. Essa adaptação e aprendizagem da sociedade apresenta-se em duas vias. Em uma, está o consumidor, com demandas e prioridades cada vez mais exigentes, colocando qualidade e conveniência dos produtos em primeiro lugar — sem no entanto esquecer da diversificação, da responsabilidade social, e (por que não) do status.

Em outra, o mercado encontra-se diante da oportunidade de captar um grupo de consumidores disposto a gastar mais para investir no futuro em que acredita. Para isso, vale constituir uma relação de transparência que vá além do tão falado ESG (environmental, social and corporate governance) e redefinir o (não menos falado) propósito da marca. A importância de educar o cliente para fidelizá-lo é um movimento que começa de dentro para fora da empresa, estabelecendo metas mensuráveis nos planos ambiental e social, e ressignificando termos irmãos como variedade e rastreabilidade.

De acordo com o relatório da Bain & Company, empresa que oferece certificações de sustentabilidade, em parceria com a Positive Luxury, entidade que desde 2011 auxilia na inserção das marcas à economia da sustentabilidade, o mercado de luxo em geral – abrangendo produtos e experiências de alto padrão – encolheu de 20% a 22% no ano passado, e agora é estimado em aproximadamente € 1 trilhão globalmente, retornando aos níveis de 2015.

Apesar da retração, o relatório sugere que a migração das marcas em direção ao consumo sustentável deverá se consolidar nos próximos 10 anos, o que significa a supressão da ideia de que a sustentabilidade é uma fonte de custo adicional, e, ao contrário disso, torna-se estratégica para a retomada do crescimento, alinhando os investimentos aos anseios dos clientes, além de explorar novos fluxos de receita.

E é neste contexto que a Givaudan, empresa global de criação de fragrâncias, apresenta no mês de setembro uma atualização da inteligência artificial Carto — ferramenta que une tecnologia e sustentabilidade à composição de perfumes. Projetado para expandir as possibilidades de criação dos perfumistas, o Carto possui features de ingredientes e inclui um robô de amostragem instantânea, proporcionando uma agilidade muito maior do que as técnicas tradicionais de perfumaria. A segunda versão estará disponível em smartphones e computadores para que os perfumistas possam criar até de fora do laboratório.

IA para perfumistas Carto (Crédito: Givaudan)

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