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Perdas do comércio com bloqueios nas rodovias podem superar as de 2018, diz CNC

SÃO PAULO, SP, 01.11.2022 - PROTESTO-SP: Caminhoneiros apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) protestam e bloqueiam rodovia Castelo Branco, na altura do km 26, em São Paulo, nesta terça-feira. (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)
SÃO PAULO, SP, 01.11.2022 - PROTESTO-SP: Caminhoneiros apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) protestam e bloqueiam rodovia Castelo Branco, na altura do km 26, em São Paulo, nesta terça-feira. (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - De acordo com a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), as perdas no comércio com os bloqueios feitos por golpistas bolsonaristas nas estradas brasileiras podem ser maiores do que os ocasionados pela greve dos caminhoneiros de 2018.

"O movimento pode ocasionar perdas superiores às registradas por ação similar em 2018, que causou retração de 5,8% no volume de vendas, com perda diária de R$ 1,8 bilhão. O custo total para o varejo, em valores atuais, foi de R$ 18 bilhões, contabilizados ao longo dos 10 dias de bloqueios em 2018", diz nota da entidade.

Um dos motivos para isso é a maior dependência dos serviços de entregas, que cresceram durante a pandemia de Covid-19. Os custos de transporte devem ser os mais afetados com os bloqueios.

A entidade diz, ainda, que o "registro dessas perdas tenda a ser gradual, na medida em que o varejo conta com estoques que, dependendo da duração dos bloqueios, serão consumidos até a normalização do fluxo de mercadorias", e que as perdas não se restringem só à fonte de receitas, "impactando também a elevação dos custos, especialmente os relacionados ao transporte."

De acordo com o IPCA, em maio de 2018, a redução dos estoques levou o preço da gasolina a subir 3,34% e do óleo diesel, 6,16%.