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Perda do poder de compra: salário rendia mais no governo Lula, dizem eleitores

Percepção dos brasileiros é de que poder de compra do salário era maior no governo Lula (Foto: Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
Percepção dos brasileiros é de que poder de compra do salário era maior no governo Lula (Foto: Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)

Resumo da notícia

  • Para 62% dos eleitores, poder de compra era maior no governo Lula

  • Pesquisa Genial/Quaest aponta que 56% entendem que situação da economia influencia muito o voto para presidente

  • Inflação no Brasil é considero o principal problema econômico do país

A nova pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (8), mostra que os brasileiros estão sentindo a perda do poder de compra. O levantamento mostra que, para 62% dos eleitores, o salário rendia mais no governo do ex-presidente Lula.

Ao mesmo tempo, 10% disseram que conseguiam comprar mais com o salário no governo de Jair Bolsonaro (PL); 5% citaram a gestão de Fernando Henrique Cardoso e outros 4% a ex-presidente Dilma.

Situação econômica do Brasil

Para 56% dos brasileiros, a situação econômica influencia muito o voto para presidente, enquanto 10% dizem que “influencia mais ou menos”; 11% acreditam que há pouca relação e 20% descartam qualquer influência na escolha.

A percepção sobre a economia é majoritariamente negativa. Segundo o levantamento, 63% dos brasileiros entendem que o cenário econômico piorou ao longo do último ano; 21% veem uma estabilidade e outros 15% acreditam que a situação melhorou.

O principal problema do Brasil, segundo 44% dos eleitores, é a economia. Entre os fatores econômicos, o que mais preocupa o brasileiro é a inflação – justamente o que leva à perda do poder de compra. Entre as questões sociais, a principal é a fome.

O levantamento mostra ainda que 57% dos eleitores sentiram que a capacidade de pagar as contas piorou nos últimos três meses. Outros 22% acreditam que melhorou; 20% veem estabilidade.

A pesquisa foi feita entre os dias 2 e 5 de junho, quando foram ouvidos 2 mil eleitores por meio de entrevistas face-a-face. A margem de erro é de dois pontos percentuais. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03552/2022.

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