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Pegasus espionou presidente da França e outros 13 líderes mundiais

·2 minuto de leitura

Divulgado na última segunda-feira (19) pela Anistia Internacional, o relatório que analisa as atividades do aplicativo Pegasus mostra que ele foi usado para espionar diversos líderes mundiais. Entre os afetados estão o presidente da França, Emmanuel Macron, integrantes de seu gabinete e líderes de outros 13 países, incluindo os presidentes da África do Sul (Cyril Ramaphosa) e do Iraque (Barham Salih).

Segundo informações divulgadas pelos jornais Le Monde, The Guardian e Washington Post, Macron teria sido espionado pelo governo do Marrocos. Além do atual presidente francês, os alvos incluem 14 ministros franceses e o ex-primeiro-ministro Édouard Philippe — a NSO, empresa responsável pelo software, nega a acusação e disse que o político nunca foi alvo de nenhum de seus clientes.

O Marrocos também teria espionado os telefones de Tedros Adhanom Ghebreyesus, secretário-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do ex-prêmie belga Charles Michel, atual presidente do Conselho Europeu. Embora a NSO afirme que o Pegasus foi criado para combater o terrorismo e grupos criminosos, os relatos da Anistia Internacional mostram que ele foi usado para espionar e intimidar jornalistas e figuras públicas de todo o mundo.

Imagem: Divulgação/GCIS/Fotos Públicas
Imagem: Divulgação/GCIS/Fotos Públicas

A revelação da lista de pessoas que se tornaram alvo do aplicativo gerou revolta de autoridades. Em uma declaração à BBC, Agnès Callamard, secretária-geral da Anistia Internacional afirmou que o caso não afeta somente alguns Estados desonestos, mas sim pelo menos vinte países que participaram de um grande programa de espionagem.

Ameça à democracia

As atividades do Pegasus motivaram a Amazon a banir a NSO de sua plataforma Web Services, que era usada para enviar os pacotes usados pelo aplicativo em seus ataques. Will Cathcart, chefe do WhatsApp, afirmou que a empresa é conhecida por cometer abusos há um tempo considerável e deve ser banida.

Ele também iniciou uma campanha de pressão contra a Apple, cujo aplicativo de mensagens para o iOS seria o principal vetor de entrada do aplicativo espião. Entre os grupos que expressaram críticas ao aplicativo estão nomes como o Repórteres Sem Fronteiras e a Organização das Ações Unidas, que afirmam que ele se trata de uma grande ameaça tanto ao jornalismo quanto à democracia como um todo.

Fonte: Canaltech

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