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Pedidos semanais de seguro-desemprego nos EUA abaixo do nível pré-pandemia

·1 min de leitura
(Arquivo) Placa que diz "Estamos contratando" em supermercado da Flórida (AFP/JOE RAEDLE)

Os pedidos semanais de seguro-desemprego nos Estados Unidos caíram abaixo do nível de antes da pandemia de covid-19, que causou demissões em massa, o que representa um marco na recuperação econômica do país.

O Departamento do Trabalho anunciou nesta quarta-feira (24) 199.000 novas solicitações na semana que terminou em 20 de novembro, um nível menor que o registrado em 14 de março de 2020, a última semana antes de o desemprego começar a crescer à medida que o coronavírus se espalhava.

Também é o menor registro desde novembro de 1969, segundo os dados, muito menor que as previsões dos analistas (que esperavam 265.000 novas inscrições) e uma queda de 71.000 em relação à semana anterior.

As solicitações semanais de seguro-desemprego aumentaram até milhões no ano passado, com demissões em massa em meio às restrições para conter a pandemia.

Depois marcaram uma queda em 2020, embora tenham se mantido elevadas antes de caírem substancialmente este ano, no marco da campanha de vacinação que permitiu uma recontratação generalizada.

O economista Mohamed El-Erian classificou o anúncio como "boas notícias para a economia", mas apontou que não está claro se é um sinal de uma mudança de opinião entre muitas pessoas que haviam decidido não voltar a trabalhar.

"A grande incógnita para o mercado de trabalho continua sendo a capacidade de aumentar a participação da força de trabalho", disse no Twitter.

Em 6 de novembro, mais de 2,4 milhões de pessoas estavam recebendo seguro-desemprego em todos os programas, segundo os dados cerca de 750.000 a menos que na semana anterior.

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