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Pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA caem; PIB cresce 6,4% no 1º tri

·3 minuto de leitura
Pessoas fazem fila em centro de carreiras no Kentucky, EUA

WASHINGTON (Reuters) - Um número menor de norte-americanos entrou com novos pedidos de auxílio-desemprego na semana passada conforme a recuperação do mercado de trabalho da pandemia Covid-19 ganha força em meio à reabertura da economia, mas a escassez de trabalhadores dispostos a trabalhar ainda pode impedir o crescimento mais rápido do emprego no curto prazo.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego do Estado caíram 7 mil para um número com ajuste sazonal de 411 mil na semana encerrada em 19 de junho, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira. Os pedidos aumentaram na semana anterior pela primeira vez desde abril, com economistas atribuindo o aumento à volatilidade após o feriado norte-americano "Memorial Day", em 31 de maio.

"Fatores sazonais imprecisos em torno do fim de semana do feriado do Memorial Day provavelmente contribuíram para o aumento nos pedidos iniciais, então o aumento deve ser temporário", escreveram economistas do Bank of America Securities em Nova York em uma nota.

Economistas consultados pela Reuters previam 380 mil novos pedidos para a última semana.

Os registros caíram de um recorde de 6,149 milhões no início de abril de 2020, mas permanecem acima da faixa de 200 mil a 250 mil que é vista como consistente com condições saudáveis do mercado de trabalho.

Pelo menos 150 milhões de norte-americanos já estão totalmente vacinados contra o coronavírus, permitindo a reabertura da economia. Mas milhões de trabalhadores ainda permanecem em casa, frustrando empregadores que procuram desesperadamente mão-de-obra para atender à crescente demanda, conforme as pessoas deixam suas casas depois de ficarem reclusas por mais de um ano.

Há um recorde de 9,8 milhões de vagas abertas. A falta de creches está mantendo alguns pais, principalmente as mulheres, fora da força de trabalho. Generosos benefícios a desempregados financiados pelo governo, incluindo um auxílio semanal de 300 dólares, também são considerados fatores, assim como a hesitação em voltar ao trabalho por medo de contrair o vírus, aposentadorias relacionadas à pandemia e transições para novas carreiras.

Quatro Estados, incluindo Iowa e Alasca, cancelaram o auxílio de 300 dólares ou todos os benefícios financiados pelo governo federal em 12 de junho. No último sábado, outros oito Estados se juntaram a eles, incluindo Alabama e West Virginia.

Treze outros Estados administrados por governadores republicanos, incluindo o Texas e a Flórida, encerrarão esses benefícios para residentes entre os dias 26 de junho e 10 de julho. Louisiana encerrará o auxílio semanal em 31 de julho, passando a ser o único Estado com um governador democrata a encerrar os benefícios federais. Para o resto do país, os benefícios expirarão em 6 de setembro.

O chair do Federal Reserve, Jerome Powell, disse aos parlamentares na terça-feira que acredita que a economia terá uma forte criação de empregos no outono do hemisfério norte. Além de melhorar a situação da saúde pública, trilhões de dólares em auxílio do governo na pandemia também estão apoiando a economia norte-americana.

Em relatório separado nesta quinta-feira, o Departamento de Comércio confirmou a aceleração do crescimento econômico no primeiro trimestre, graças ao forte estímulo fiscal.

O Produto Interno Bruto (PIB) aumentou 6,4% em taxa anualizada no último trimestre, disse o governo em sua terceira e última estimativa de crescimento para o primeiro trimestre do ano. A leitura não revisou a estimativa publicada no mês passado. A economia cresceu a uma taxa de 4,3% no quarto trimestre.

O crescimento neste segundo trimestre é projetado em torno de 10%.

(Por Lucia Mutikani)

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