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Pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA caem conforme o esperado

·2 minuto de leitura

WASHINGTON (Reuters) - O número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego caiu na semana passada, à medida que o mercado de trabalho ganha força, mas a escassez de mão de obra está frustrando os esforços das empresas para aumentar as contratações a fim de atender a forte demanda por bens e serviços.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 26 mil, para um número com ajuste sazonal de 360 mil na semana encerrada em 10 de julho, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira. Economistas consultados pela Reuters previam 360 mil novos pedidos para a última semana.

As solicitação têm mostrado dificuldade para melhorar desde que caíram para menos de 400 mil no final de maio, mesmo com pelo menos 20 Estados norte-americanos administrados por governadores republicanos se retirando dos programas de auxílio-desemprego financiados pelo governo dos Estados Unidos.

O término antecipado dos programas federais ocorreu após empresas reclamarem que os benefícios, incluindo um cheque semanal de 300 dólares, estavam encorajando norte-americanos desempregados a ficarem em casa. A economia enfrenta uma escassez de trabalhadores, com um recorde de 9,2 milhões de vagas abertas no final de maio.

Cerca de 9,5 milhões de norte-americanos estão oficialmente desempregados. A incongruência também foi atribuída à falta de creches acessíveis, ao medo de contrair o vírus, bem como a mudanças de carreira e aposentadorias relacionadas à pandemia. Até o momento, há poucas evidências de que a rescisão antecipada dos benefícios federais, que começou em 12 de junho e vai até 31 de julho, tenha causado um aumento na procura por emprego.

Para o restante do país, os benefícios ampliados expirarão em 6 de setembro. O chair do Federal Reserve, Jerome Powell, disse aos parlamentares na quarta-feira esperar que "os ganhos de empregos sejam fortes nos próximos meses, à medida que as condições de saúde pública continuam melhorando e alguns dos outros fatores relacionados à pandemia que atualmente pesam diminuam".

O último relatório do Livro Bege, do Fed, uma compilação de relatos de empresas por todo o país, mostrou que a demanda por mão de obra é generalizada, mas "mais forte para cargos de baixa qualificação", observando que "empresas em vários distritos esperam que a dificuldade em encontrar trabalhadores se estenda até o início do outono (do hemisfério norte)."

Os pedidos de auxílio caíram de um recorde de 6,149 milhões no início de abril de 2020, mas permanecem acima da faixa de 200 mil a 250 mil que é vista como consistente com condições saudáveis do mercado de trabalho.

Parte da recente elevação nos pedidos foi atribuída ao chamado "fator sazonal", que o governo usa para eliminar as flutuações sazonais dos dados.

(Por Lucia Mutikani)

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