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Pedidos de seguro-desemprego nos EUA têm queda moderada na semana passada

·1 minuto de leitura
Pessoas fazem fila em busca de orientação sobre pedidos de auxílio-desemprego, no Kentucky, EUA

WASHINGTON (Reuters) - O número de norte-americanos que deram entrada em novos pedidos de seguro-desemprego diminuiu modestamente na semana passada, enquanto a pandemia de Covid19 se espalhava pelo país, aumentando o risco de um segundo mês consecutivo de perda de empregos.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego totalizaram 900 mil, em dado ajustado sazonalmente, na semana encerrada em 16 de janeiro, contra 926 mil na semana anterior, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira.

Economistas ouvidos pela Reuters previam 910 mil pedidos na última semana.

As infecções descontroladas por coronavírus estão interrompendo operações em empresas como restaurantes, academias e outros estabelecimentos nos quais multidões tendem a se reunir, reduzindo as horas de muitos trabalhadores e empurrando outros para fora do mercado de trabalho.

Os consumidores também estão ficando em casa, levando a um enfraquecimento da demanda. A Covid-19 infectou mais de 24 milhões de pessoas no EUA, com o número de mortos ultrapassando 400 mil desde o início da pandemia no país.

Parte da elevação nos pedidos de auxílio-desemprego reflete pessoas que se inscreveram novamente para receber benefícios após a recente renovação, até 14 de março, pelo governo de um complemento de 300 dólares em renda para desempregados, como parte da mais recente medida de alívio à pandemia.

Os programas financiados pelo governo para autônomos, trabalhadores temporários e outros que não se qualificam para os programas de auxílio-desemprego, bem como aqueles que já gastaram todos os seus benefícios, também foram estendidos no estímulo fiscal de quase 900 bilhões de dólares.

(Por Lucia Mutikani)