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Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem e gastos do consumidor recuam em novembro

·1 minuto de leitura
Fila de emprego em loja da Target em San Francisco, nos EUA

WASHINGTON (Reuters) - O número de norte-americanos que entraram com pedidos iniciais de auxílio-desemprego caiu inesperadamente na semana passada, embora tenha permanecido elevado, conforme mais empresas enfrentam restrições e número reduzido de consumidores em meio a uma explosão nos casos de Covid-19.

Um relatório separado mostrou que os gastos dos consumidores caíram no mês passado pela primeira vez desde abril.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego totalizaram 803 mil, em dado ajustado sazonalmente, na semana encerrada em 19 de dezembro, contra 892 mil na semana anterior, informou o Departamento do Trabalho nesta quarta-feira. Economistas consultados pela Reuters projetavam 885 mil pedidos na semana passada.

Embora os pedidos tenham caído de um recorde de 6,867 milhões em março, eles permanecem acima do pico de 665 mil visto durante a Grande Recessão de 2007/09.

Já segundo o Departamento do Comércio, os gastos do consumidor, que respondem por mais de dois terços da atividade econômica dos EUA, recuaram 0,4% em novembro, depois de alta de 0,3% em outubro. Foi a primeira queda desde que a recuperação começou em maio.

Economistas projetavam queda de 0,2% dos gastos do consumidor em novembro. A economia entrou em recessão em fevereiro.

A série de dados fracos alimenta expectativas de economistas de uma desaceleração significativa do crescimento econômico no quarto trimestre e de potencial contração da produção nos três primeiros meses de 2021, apesar de estímulo e de duas vacinas contra a Covid-19 estarem em distribuição.

(Reportagem de Lucia Mutikani)

((Tradução Redação São Paulo, 55 11 5047 2984)) REUTERS CMO JCG