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Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem mais do que o esperado

·2 minuto de leitura
Trabalhadores de construção na cidade de Nova York fazem fila para tirar temperatura antes de retorno ao trabalho

WASHINGTON (Reuters) - Menos norte-americanos do que o esperado entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego na semana passada, à medida que a melhora do ambiente sanitário permite que mais segmentos da economia sejam reabertos, colocando a recuperação do mercado de trabalho dos Estados Unidos de volta nos trilhos.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego totalizaram 712 mil, em dado ajustado sazonalmente, na semana encerrada em 6 de março, em comparação com 754 mil na semana anterior, disse o Departamento do Trabalho dos EUA nesta quinta-feira.

Economistas consultados pela Reuters previam 725 mil solicitações na última semana.

As novas infecções por coronavírus caíram por oito semanas consecutivas nos EUA, recuando 12% na semana passada, de acordo com uma análise da Reuters a partir de dados estaduais, de condados e do CDC. O ritmo de vacinação saltou para um recorde de 2,2 milhões de doses aplicadas por dia, e as mortes relacionadas ao vírus caíram 18%.

Isso, bem como quase 900 bilhões de dólares em dinheiro adicional distribuído pelo governo no final de dezembro, elevou os gastos do consumidor e as contratações em fevereiro, depois de uma queda registrada em dezembro.

A demanda doméstica deve crescer nos próximos meses, já que o Congresso aprovou o pacote de recuperação de 1,9 trilhão de dólares do presidente Joe Biden, que enviará nova ajuda para pequenas empresas, bem como cheques únicos de 1.400 dólares a famílias de renda média e baixa. O estímulo também vai estender um auxílio-desemprego semanal de 300 dólares financiado pelo governo até 6 de setembro.

Os pedidos de auxílio-desemprego têm resistido a acompanhar a melhora na atividade econômica e na saúde pública, devido a questões que vão desde solicitações fraudulentas e atrasos até as recentes tempestades de inverno no sul do país.

Embora as solicitações tenham caído ante um recorde de 6,867 milhões de março de 2020, quando a pandemia atingiu os Estados Unidos, elas estão acima do pico de 665 mil registrado durante a Grande Recessão de 2007-09 e podem permanecer elevadas por causa da prorrogação do auxílio-desemprego extra. Em um mercado de trabalho que funciona bem, os pedidos variam normalmente entre 200 mil e 250 mil.

"Em nossa opinião, há algum risco de que o desemprego prolongado, com benefícios de 300 dólares adicionais por semana, possa manter o nível de pedidos de auxílio-desemprego mais elevado neste ano, já que alguns trabalhadores poderiam ganhar mais com o desemprego do que em seus empregos anteriores", disse Andrew Hollenhorst, economista do Citigroup.

(Por Lucia Mutikani)