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Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA sobem mais que o esperado

Fila em centro de emprego no Kentucky, EUA

WASHINGTON (Reuters) - O número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego aumentou mais do que o esperado na semana passada, mas isso provavelmente não sugere uma mudança material nas condições do mercado de trabalho, que permanecem apertadas.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego aumentaram em 17.000, para 240.000, na semana encerrada em 19 de novembro, disse o Departamento do Trabalho nesta quarta-feira.

Os dados da semana anterior foram revisados para mostrar 1.000 pedidos a mais do que informado anteriormente. Economistas consultados pela Reuters projetavam 225.000 solicitações para a última semana.

Os dados foram divulgados um dia mais cedo por causa do feriado de Ação de Graças na quinta-feira. O aumento da semana passada é muito provavelmente técnico, com os economistas observando que o modelo que o governo usa para ajustar os dados para as flutuações sazonais normalmente antecipa um aumento por causa do fechamento temporário de empresas relacionado ao feriados.

"Dadas as perturbações nos mercados de trabalho, os empregadores podem não estar dispostos a demitir pessoas, mesmo temporariamente, já que os empregadores continuam focados na retenção de empregados", disse Isfar Munir, economista do Citigroup.

"Em geral, a incerteza nas próximas semanas será grande, pois os padrões sazonais típicos relacionados aos feriados se chocam com o mercado de trabalho ainda atipicamente apertado."

Houve um aumento nas demissões no setor de tecnologia, com Twitter, Amazon e Meta anunciando milhares de cortes de empregos este mês.

Os economistas, entretanto, não esperam que isso seja um grande entrave no mercado de trabalho e na economia em geral, observando que as empresas fora dos setores de tecnologia e habitação estão contratando após as dificuldades de encontrar mão-de-obra depois da pandemia de Covid-19.

(Reportagem de Lucia Mutikani)