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Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA diminuem com recuperação do mercado de trabalho

·2 min de leitura
Placa sinaliza oportunidades de emprego em restaurante de Oceanside, na Califórnia, EUA

WASHINGTON (Reuters) - O número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego caiu para perto de patamares anteriores à pandemia na semana passada, com a recuperação do mercado de trabalho ganhando impulso, embora a escassez de trabalhadores continue prejudicando ganhos mais rápidos de empregos.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 1 mil, para 268 mil em dado ajustado sazonalmente, na semana encerrada em 13 de novembro, informou o Departamento do Trabalho dos EUA nesta quinta-feira. Esse foi o patamar mais baixo desde o início da pandemia de Covid-19 nos EUA, há mais de 20 meses.

Economistas consultados pela Reuters previam 260 mil novos pedidos para a última semana.

A sétima queda semanal consecutiva nos pedidos deixou a leitura um pouco acima do nível de 256 mil em meados de março de 2020. Os registros agora estão em uma faixa associada a um mercado de trabalho saudável. Eles caíram de um recorde de 6,149 milhões em abril de 2020.

A melhoria contínua é consistente com outros dados que sugerem uma aceleração na atividade econômica após desacelerar no verão do Hemisfério Norte, quando uma onda de infecções por coronavírus --impulsionada pela variante Delta-- atingiu o país. O governo norte-americano informou na terça-feira um aumento nas vendas no varejo em outubro. A produção nas fábricas também se recuperou fortemente no mês passado.

As solicitações têm apresentado tendência de queda desde meados de outubro, o que sugere um crescimento mais forte do emprego. Mas a pandemia, que já dura quase dois anos, gerou escassez de trabalhadores, deixando 10,4 milhões de vagas abertas no final de setembro.

A economia criou 531 mil empregos em outubro. O crescimento do emprego foi de em média 582 mil postos de trabalho por mês neste ano e a força de trabalho caiu em 3 milhões em relação ao seu patamar pré-pandemia.

(Por Lucia Mutikani)

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