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Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA têm alta inesperada com disparada em casos de Covid-19

·2 min de leitura
Placa sinaliza oportunidades de emprego em restaurante de Louisville, nos EUA

WASHINGTON (Reuters) - O número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego aumentou de forma inesperada na primeira semana de janeiro, em meio a uma onda de infecções por Covid-19, mas permaneceu em nível consistente com condições de mercado de trabalho cada vez mais apertadas.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego subiram em 23 mil, para 230 mil, em dado ajustado sazonalmente para a semana encerrada em 8 de janeiro, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira. Economistas consultados pela Reuters previam 200 mil pedidos para a última semana.

As solicitações permanecem abaixo de seu patamar pré-pandemia, sinal de aperto nas condições de mercado de trabalho. Os pedidos caíram ante um recorde de 6,149 milhões alcançado em abril de 2020.

Os pedidos de auxílio-desemprego permanecem muito baixos, apesar do aumento nos casos de coronavírus impulsionado pela variante Ômicron, que tem interrompido as atividades em áreas que vão desde companhias aéreas a escolas. Empregadores estão segurando seus trabalhadores, com um cenário de 10,6 milhões de postos de trabalho em aberto no fim de novembro.

O governo norte-americano informou na sexta-feira passada que a taxa de desemprego caiu a uma mínima em 22 meses de 3,9% em dezembro, indicação de que o mercado de trabalho está em pleno emprego ou próximo a ele.

A força de trabalho nos EUA conta com cerca de 2,2 milhões de pessoas a menos do que antes da pandemia.

Divulgado na quarta-feira, o relatório "Livro Bege" do Federal Reserve --um compilado de informações sobre a atividade empresarial reunido a partir de dados de contatos empresariais em todo o país até 3 de janeiro-- mostrou que muitos empregadores estão permitindo o trabalho em meio período ou ajustando as qualificações "para atrair mais candidatos e reter a força de trabalho existente".

O aperto do mercado de trabalho e a crescente inflação estão levando economistas a estimar que o Fed elevará os juros em março. Os preços ao consumidor nos EUA saltaram 7% em dezembro contra um ano antes, maior ganho desde junho de 1982.

(Por Lucia Mutikani)

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