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Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem na última semana; preços ao produtor sobem em setembro

·2 minuto de leitura
Sinalização de feira de emprego em Nova York

Por Lucia Mutikani

WASHINGTON (Reuters) - O número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego caiu para perto de uma mínima de 19 meses na semana passada, mais uma evidência de que a escassez de trabalhadores estava por trás do crescimento mais lento do emprego, e não o enfraquecimento da demanda por mão de obra.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 36 mil, para 293 mil em dado ajustado sazonalmente, na semana encerrada em 9 de outubro. Esse foi o patamar mais baixo desde meados de março de 2020. Economistas consultados pela Reuters projetavam 316 mil pedidos para a última semana.

Com a segunda queda semanal seguida, os pedidos estão agora no limite superior da faixa de 250 mil a 300 mil considerada condizente com um mercado de trabalho saudável. As solicitações caíram ante um recorde de 6,149 milhões registradas no início de abril de 2020.

O governo norte-americano informou na sexta-feira passada que foram criados apenas 194 mil postos de trabalho fora do setor agrícola em setembro, o menor número em nove meses. O arrefecimento no crescimento do emprego deve-se principalmente à escassez de trabalhadores, assim como à incompatibilidade de suas habilidades com as demandas do trabalho, com dados do governo de terça-feira mostrando que havia 10,4 milhões de vagas em aberto no final de agosto.

A escassez de mão de obra, causada pela pandemia de Covid-19, também prevalece em outras economias. Com os casos de coronavírus, impulsionados pela variante Delta, em declínio e as escolas totalmente reabertas para o aprendizado presencial, há esperança de que mais norte-americanos retornarão à força de trabalho.

Em outro relatório divulgado nesta quinta-feira, o Departamento do Trabalho informou que seu índice de preços ao produtor para a demanda final aumentou 0,5% em setembro, após avançar 0,7% em agosto.

Nos 12 meses até setembro, o índice acelerou a 8,6%, maior avanço ante o mesmo período do ano anterior desde novembro de 2010, quando a série foi reformulada, e após alta de 8,3% em agosto.

Economistas consultados pela Reuters previam que o índice subiria 0,6% na comparação mensal e 8,7% na base anual.

O relatório vem na esteira de notícias de quarta-feira de um aumento sólido nos preços ao consumidor no mês de setembro, impulsionado por fortes ganhos em alimentos e aluguéis, assim como em outros bens.

A ata da reunião de 21 e 22 de setembro do Federal Reserve, divulgada na quarta-feira, mostrou que algumas autoridades do banco central dos EUA "expressaram preocupação de que os níveis elevados de inflação podem alimentar as expectativas de inflação de longo prazo de famílias e empresas".

(Por Lucia Mutikani)

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