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Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA recuam mais

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Placa anunciando contratação em restaurante de Miami, EUA

WASHINGTON (Reuters) - Menos norte-americanos entraram com pedidos de auxílio-desemprego na semana passada, sugerindo que as dispensas estavam diminuindo e fortalecendo as expectativas de outro mês de forte criação de vagas em abril conforme a economia reabre.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego totalizaram 547 mil em dado ajustado sazonalmente na semana encerrada em 17 de abril, contra 586 mil na semana anterior. Economistas consultados pela Reuters previam 617 mil pedidos na última semana.

Foi a segunda semana seguida em que os pedidos ficaram abaixo do nível de 700 mil desde março de 2020, quando paralisações obrigatórias de serviços não essenciais como restaurantes e bares foram adotadas para conter a primeira onda de infecções por Covid-19.

Os pedidos têm permanecido altos devido a fraudes, especialmente na Califórnia e em Ohio. O aumento dos programas de auxílio ao desemprego, incluindo um subsídio semanal de 300 dólares, pode também estar encorajando as pessoas a pedir a assistência, embora nem todas as solicitações sejam aprovadas.

O salto sem precedentes nos pedidos no começo da pandemia pode também estar influenciando o modelo que o governo usa para excluir flutuações sazonais dos dados. Os pedidos subiram para o recorde de 6,149 milhões no início de abril de 2020.

Em um mercado de trabalho saudável, os pedidos ficam normalmente na faixa de 200 mil a 250 mil.