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Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem

Anúncio de vaga de trabalho em Somerville, EUA

WASHINGTON (Reuters) - O número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego caiu inesperadamente na semana passada, sugerindo que o mercado de trabalho continua forte apesar da diminuição da demanda interna em meio aos aumentos da taxa pelo Federal Reserve para domar a inflação.

Os pedidos iniciais de subsídio de desemprego caíram em 1.000, para 217.000, na semana encerrada em 29 de outubro, disse o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira.

Os dados d a semana anterior foram revisados para mostrar 1.000 pedidos a mais do que o informado anteriormente. Economistas consultados pela Reuters projetavam 220.000 pedidos para a última semana.

Embora tenha havido um aumento nas demissões em setores da economia sensíveis às taxas de juros, como finanças, tecnologia e habitação, os empregadores têm em geral mantido trabalhadores, pois a mão-de-obra continua escassa em algumas indústrias de serviços.

O banco central dos EUA aumentou na quarta-feira sua taxa de juros em mais 0,75 ponto percentual, para uma faixa de 3,75% a 4,00%, mas sinalizou que futuros aumentos nos custos de empréstimos podem ser feitos em etapas menores para levar em consideração o "aperto acumulado da política monetária" até agora.

A abertura de vagas de emprego subiram inesperadamente em setembro, com 1,9 vaga para cada desempregado no final daquele mês.

Embora as filas de desemprego permaneçam pequenas, houve um aumento no número de demissões. Um relatório separado da empresa global de recolocação Challenger, Gray & Christmas mostrou nesta quinta-feira que os cortes de empregos anunciados pelos empregadores dos EUA aumentaram 13%, para 33.843, em outubro, o maior nível desde fevereiro de 2021.

(Reportagem de Lucia Mutikani)