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Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA têm alta inesperada

·1 minuto de leitura
Cabides vazios em lavanceria da Filadélfia, EUA

WASHINGTON (Reuters) - O número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego subiu inesperadamente na semana passada, embora a recuperação do mercado de trabalho esteja ganhando tração conforme a atividade econômica acelera diante do aumento da vacinação e do forte estímulo fiscal.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego totalizaram 719 mil em dado ajustado sazonalmente para a semana encerrada em 27 de março, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira.

Na semana anterior foram 658 mil pedidos, menor número desde meados de março de 2020, quando o fechamento obrigatório de negócios não essenciais foi adotado em muitos Estados para conter a primeira onda de infecções por Covid-19.

Economistas consultados pela Reuters projetavam 680 mil pedidos na última semana .

O mercado de trabalho parece estar se recuperando depois de fechar 306 mil vagas em dezembro graças à aceleração no ritmo de vacinação, o que permite que mais empresas reabram.

O pacote de alívio de 1,9 trilhão de dólares da Casa Branca está enviando cheques adicional de 1.400 dólares a famílias qualificadas e prorrogando a rede de segurança do governo para os desempregados até 6 de setembro, o que melhora os gastos dos consumidores.

Mas ainda está a um longo caminho da recuperação total. Os pedidos de auxílio permanecem acima do pico de 665 mil visto durante a Grande Recessão de 2007-09. Em um mercado de trabalho saudável, os pedidos normalmente ficam na faixa entre 200 mil a 250 mil.

(Reportagem de Lucia Mutikani)