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Pedaço do Parthenon volta à Grécia, esquentando debate sobre posses do Reino Unido

·2 min de leitura
(Photo by Panayotis Tzamaros/NurPhoto via Getty Images)
(Photo by Panayotis Tzamaros/NurPhoto via Getty Images)
  • Primeiro-ministro grego tem como no retorno das esculturas um dos pontos centrais de seu governo;

  • O Parthenon foi erguido e esculpido há mais de 2500 anos atrás, sendo um dos maiores monumentos clássicos em existência;

  • Maior parte dos britânicos apoia o retorno das esculturas à Grécia.

Parte do tempo de Parthenon, um dos cartões postais gregos mais conhecidos do mundo, o "fragmento de Fagan" foi finalmente devolvido à sua casa, realizando uma viagem da Itália à Grécia nesta segunda-feira (10).

A peça ficará em exibição no Museu Acrópoles de Atenas, na Galeria Parthenon, uma câmara de vidro que exibe as esculturas de 160 metros como se ainda estivessem em seu tempo original.

Até então a peça estava no Museu Arqueológico Antonio Salinas, em Palermo. A devolução é temporária, sendo emprestada por quatro anos, com uma possível extensão de mais quatro.

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No entanto, os governos dos dois países já anunciaram que estão conversando sobre oficializar uma troca permanente pela peça.

“É maravilhoso que amigos sicilianos e italianos pensaram em trazê-lo de volta para onde nasceu”, disse o diretor do Museu Acrópoles, Nikolaos Stampolidis.

“Este importante passo hoje abre o caminho, acredito, para que outros museus possam se agir em com intuito semelhante”, disse Stampolidis aos participantes na cerimônia de segunda-feira.

“Mais importante, é claro, o Museu Britânico deve entender que chegou a hora para os mármores do Parthenon voltarem para aqui, seu lar natural", argumentou.

Esculpido há 2.500 anos, a obra uma vez embelezou a parte leste do friso monumental do templo do Partenon, há muito considerado o ponto alto da arte clássica.

Mais da metade do que sobreviveu do friso de 160 metros de comprimento está em Londres. Lord Elgin, então embaixador da Grã-Bretanha, mandou cortar as esculturas do monumento para sua coleção pessoal, antes de vendê-las, falido, ao Museu Britânico em 1816, há mais de 200 anos.

Mitsotakis, primeiro-ministro grego, fez da restituição dos mármores a questão central de suas primeiras conversas em com o primeiro-ministro britânico Boris Johnson, em novembro.

Atenas argumenta que os mármores foram roubados por Elgin em uma época em que a Grécia estava sob o domínio otomano.

Embora tenha sido defendido o retorno das esculturas ao país, Johnson mudou de ideia, insistindo que as esculturas foram adquiridas legalmente. Segundo ele, a disputa não deve ser resolvida como um assunto intergovernamental, mas sim questão para o Museu Britânico.

Pesquisas recentes apontam, que a maioria dos cidadãos do Reino Unido apoia o retorno das esculturas à Atenas.

“Estou especialmente encorajado pelo fato de que a maioria dos britânicos parece apoiar nossa demanda”, disse Mitsotakis

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