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PCC atua no Amazonas a partir do litoral de São Paulo, diz MP

Colaboradores Yahoo Notícias
·2 minutos de leitura
Franklin Cavalcante Nobrega, acusado de chefiar o PCC no Amazonas a partir de Cubatão (SP)
Franklin Cavalcante Nobrega, acusado de chefiar o PCC no Amazonas a partir de Cubatão (SP)

Denúncia do MP (Ministério Público) a partir de investigação feita pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) aponta que o PCC (Primeiro Comando da Capital) comandava suas ações no Amazonas a partir de Cubatão, no litoral de São Paulo.

Segundo reportagem do UOL, interceptações telefônicas revelaram que Franklin Cavalcante Nobrega, preso em 31 de agosto, exercia a função de “Cadastro Final da Baixada Santista”, responsável por chefiar parte da facção no litoral paulista, e, ao mesmo tempo, era o “Geral da Rua do Estado do Amazonas”, controlando e coordenando todos os integrantes do PCC em liberdade no estado da região Norte.

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O promotor Hélio Junqueira de Carvalho Neto afirma que Frank, como é conhecido o integrante da facção criminosa, “vinha desempenhando à distância importante função na expansão do PCC no estado do Amazonas, tratando diariamente com outros inúmeros integrantes da organização, inclusive sobre ações contra membros de facções rivais”.

De acordo com a denúncia, “a atuação criminosa de Franklin ficou muito bem evidenciada pela análise do conteúdo do aparelho celular com ele apreendido quando de sua prisão, visto que praticamente todos os inúmeros contatos mantidos por ele no WhatsApp envolvem questões relacionadas ao PCC”.

Frank atuava junto com seu filho, Kauê Henrique Gabassi Nogueira, e com Richard Davi Dias Pereira, conhecido como Bilica. Em uma ligação interceptada, que aconteceu em 10 de julho de 2020, Frank perguntou onde o filho estava. Kauê respondeu que estava na “loja do tráfico” e Bilica, “na responsa das drogas”.

Na mesma conversa, Frank orientou o filho a “não ficar moscando [com falta de atenção]” e a não guardar nada dentro de casa nem ficar com drogas em mãos.

No final da ligação, Kauê perguntou ao pai se ele voltaria para a cidade de São Paulo. O pai respondeu que não: “Lá tá moiado [complicado], os caras tão matando pra por**, um parceiro foi morto lá pelo Baep”.

A reportagem não conseguiu contato com as defesas de Frank, Kauê e Bilica.