Mercado abrirá em 45 mins
  • BOVESPA

    129.441,03
    -634,97 (-0,49%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.286,46
    +400,16 (+0,79%)
     
  • PETROLEO CRU

    71,35
    +0,44 (+0,62%)
     
  • OURO

    1.853,60
    -26,00 (-1,38%)
     
  • BTC-USD

    39.152,26
    +3.135,95 (+8,71%)
     
  • CMC Crypto 200

    974,73
    +32,92 (+3,49%)
     
  • S&P500

    4.247,44
    +8,26 (+0,19%)
     
  • DOW JONES

    34.479,60
    +13,40 (+0,04%)
     
  • FTSE

    7.145,86
    +11,80 (+0,17%)
     
  • HANG SENG

    28.842,13
    +103,23 (+0,36%)
     
  • NIKKEI

    29.161,80
    +213,07 (+0,74%)
     
  • NASDAQ

    14.038,00
    +43,75 (+0,31%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1812
    -0,0114 (-0,18%)
     

Pazuello tem direito de ficar em silêncio na CPI porque 'já é investigado', diz Mourão

·1 minuto de leitura

BRASÍLIA — O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta sexta-feira que o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello tem direito a ficar em silêncio em seu depoimento na CPI da Covid porque ele "já é investigado". Pazuello foi convocado para a CPI na condição de testemunha, mas Mourão ressaltou que o ex-ministro é investigado em um inquérito por sua atuação no colapso do sistema de saúde do Amazonas.

— Aquela história, tudo é possível acontecer dentro daquela CPI ali. A forma como foi conduzido interrogatório. Considero que no final das contas o Pazuello já é investigado, tem um inquérito que a Polícia Federal está tocando aí em relação ao caso de Manaus. Então, na realidade, ele não é testemunha, ele é réu nisso ai. E réu tem direito a ficar em silêncio — disse Mourão, ao chegar no Palácio do Planalto.

Na quinta-feira, a Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou um habeas corpus ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo autorização para Pazuello ficar em silêncio durante seu depoimento, marcado para o dia 19. O pedido será analisado pelo ministro Ricardo Lewandowski.

Mourão disse não ver "medo" na atitude do ex-ministro:

— Não, não vejo medo. Não vejo medo.

Na semana passada, o vice-presidente havia dito que Pazuello "não pode se furtar a comparecer e prestar lá seu depoimento".