Mercado fechado
  • BOVESPA

    129.441,03
    -634,97 (-0,49%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.286,46
    +400,16 (+0,79%)
     
  • PETROLEO CRU

    70,78
    -0,13 (-0,18%)
     
  • OURO

    1.879,50
    -0,10 (-0,01%)
     
  • BTC-USD

    39.187,71
    +3.122,05 (+8,66%)
     
  • CMC Crypto 200

    924,19
    -17,62 (-1,87%)
     
  • S&P500

    4.247,44
    +8,26 (+0,19%)
     
  • DOW JONES

    34.479,60
    +13,40 (+0,04%)
     
  • FTSE

    7.134,06
    +45,88 (+0,65%)
     
  • HANG SENG

    28.842,13
    +103,23 (+0,36%)
     
  • NIKKEI

    28.948,73
    -9,87 (-0,03%)
     
  • NASDAQ

    13.992,75
    -1,50 (-0,01%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1926
    +0,0391 (+0,64%)
     

CPI da Covid: Pazuello pretende responder todas as perguntas, diz advogado após concessão de habeas corpus

·1 minuto de leitura
Foto; AP Photo/Eraldo Peres
Foto; AP Photo/Eraldo Peres

O advogado Zozer Hardmann, que está auxiliando Eduardo Pazuello em sua preparação para a CPI da Covid, diz que o general tem intenção de responder todas as questões dos senadores. 

Nesta sexta-feira (14), o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski concedeu habeas corpus que garante que o ex-ministro possa ficar em silêncio nos casos de perguntas sobre si mesmo. 

Leia também

"A decisão do STF está correta. Já era esperada. A garantia ao tratamento urbano, digno e respeitoso era o objetivo [do HC]. O ministro Pazuello pretende responder todas as perguntas. Porém, como toda e qualquer testemunha tem o direito ao tratamento digno, urbano e respeitoso", diz Hardmann à reportagem. 

O advogado foi assessor especial de Pazuello no Ministério da Saúde. A defesa do general está sendo preparada oficialmente pela Advocacia-Geral da União.

O depoimento do general à comissão está marcado para o próximo dia 19. 

Prerrogativa de não produzir prova contra si

Foto: AP Photo/Eraldo Peres
Foto: AP Photo/Eraldo Peres

Embora notificado pela CPI para prestar depoimento como testemunha, condição que o obriga a dizer a verdade, o órgão que faz a defesa judicial do governo federal argumentou que Pazuello tem a prerrogativa constitucional de não produzir prova contra si. 

O órgão pediu ao Supremo que assegure ao general o direito de responder às perguntas que, a seu juízo, não configurem violação a tal prerrogativa. E que não venha a sofrer qualquer ameaça de tipificação de crime de falso testemunho e/ou ameaça de prisão em flagrante. 

Pediu também que ele possa ser acompanhado por um advogado quando comparecer à comissão de inquérito.