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Pazuello determina que novo lote de vacinas seja usado apenas como 1ª dose

Nathan Vieira
·2 minuto de leitura

Já levantamos, anteriormente, uma problemática em torno das vacinas que estão finalmente se tornando uma realidade: no país, só há produto disponível para começar a imunizar mais 2 milhões de pessoas, e a situação não deve mudar até o fim deste mês. Tendo esse desafio à frente, o Ministro da Saúde do Brasil, Eduardo Pazuello, declarou nesta sexta-feira (19) que vai alterar a estratégia de vacinação.

A informação foi anunciada pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP) por meio do Twitter. No último dia 12, as próprias Secretarias Estaduais de Saúde, declararam 6,53 milhões de doses prontas para uso, mas 70% delas precisaram ser aplicadas em quem já tomou a primeira dose. Nesta semana, ao menos cinco capitais registravam falta de vacinas.

Atualmente, dois tipos de vacinas estão sendo utilizados para imunização: CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac, e Oxford/AstraZeneca, distribuída pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). A expectativa é que em 25 de fevereiro, o Instituto Butantan entregue mais 8,6 milhões de doses da CoronaVac. Enquanto isso, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) deve receber até o fim da próxima semana mais 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca contra a covid-19. O ministro da Saúde orienta que todo o novo lote seja usado apenas para a primeira dose.

Ministro da Saúde do Brasil Eduardo Pazuello determina que novo lote de vacinas seja usado apenas como 1ª dose (Imagem: eyeeyeview/Rawpixel)
Ministro da Saúde do Brasil Eduardo Pazuello determina que novo lote de vacinas seja usado apenas como 1ª dose (Imagem: eyeeyeview/Rawpixel)

"Agora, a partir do dia 23, com a chegada de 4,7 milhões de novas vacinas, a imunização será em 4,7 milhões de brasileiros, não a metade, como estava acontecendo até então. A justificativa é que a pasta tem garantia de produção das doses", tuitou a FNP.

Segundo a organização, os prefeitos Rafael Greca (Curitiba), Neneu Pinheiro (Cuiabá) e Bruno Reis (Salvador) manifestaram durante a reunião com Pazuello a disponibilidade de as cidades adquirirem vacinas, mas precisam de apoio, e como resposta, Pazuello pediu paciência: “Em termos de 15 dias vamos estar produzindo a pleno. E produzindo a pleno é vacina na veia todos os dias”.

Além disso, o ministro prometeu que "todos os leitos necessários, habilitados e usados serão pagos. Ninguém vai ficar com leito sem poder usar e sem receber pelo uso". Os prefeitos estão pedindo que Pazuello priorize profissionais de ensino na estratégia de imunização. Segundo a FNP, o ministro garantiu que fará uma adaptação no PNI (Plano Nacional de Imunização) para incluí-los o mais rápido possível, provavelmente até março.

Fonte: Canaltech

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