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Pazuello alerta sobre agravamento da pandemia e gestores municipais e estaduais falam em 'momento mais difícil' desde o início

Paula Ferreira
·2 minuto de leitura

O Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, alertou nesta quinta-feira sobre o agravamento da pandemia. Ao lado de representantes de secretários estaduais e municipais, o ministro afirmou que a velocidade de transmissão de novas cepas do vírus tem levado a cenários de alta nos casos em estados que, no ano passado, não estavam nesse patamar durante essa época do ano.

Após a fala de Pazuello, o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Carlos Eduardo Lula, e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Willames Freire, classificaram o momento atual como o mais difícil desde o início da pandemia, há um ano.

Os gestores estaduais e municipais defenderam medidas de restrição para conter a disseminação do vírus, já o ministro evitou tocar no assunto. Pazuello também não comentou sobre a adoção de lockdown em algumas partes do país, como anunciou a Bahia nesta quinta-feira. O ministro não respondeu a perguntas da imprensa.

De acordo com ele, há três estratégias principais para combater a pandemia: o que chamou de "atendimento imediato" nas Unidades Básicas de Saúde, a capacidade de estruturação de leitos clínicos e de UTI, e a vacinação.

Em relação ao último tópico, o ministro afirmou que o Brasil está fazendo de tudo para adquirir novas doses. Pazuello falou sobre o caso da Pfizer e da Janssen, que estão com negociações paradas junto ao governo. Segundo ele, " o Congresso e governo estão debruçados" sobre o tema para solucionar o impasse jurídico em relação à cláusula que atribui à União a responsabilização por eventos adversos.

— A vacinação está tendendo à estabilidade em termos de produção e quantidade de doses, já chegamos a 40 dias de vacinaçaão e de 13 a 14 milhões de doses distribuídas, isso é um esforço fantástico, porque já nos coloca em números totais como um dos primeiros colocados no mundo — disse Pazuello.

Ao lado do ministro, o presidente do Conass, Carlos Eduardo Lula, afirmou que já há 15 estados com ocupação de leitos superior a 90%. Lula reforçou a necessidade de medidas de isolamento social. Para ele, esse é o momento mais difícil desde o início da pandemia no Brasil, em 26 de fevereiro do ano passado.

— A gente vive um momento diferente no enfrentamento, é o momento mais difícil que a gente tem desde a confirmação do primeiro caso. A gente nunca teve tantos estados com tanta dificuldade ao mesmo tempo — alertou Lula. — Não é hora de a gente fazer festa, nao é a hora de estar junto, porque o que a doença precisa é de amibentes fechados com pouca circulação de ar.