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PayPal negocia a compra da rede social Pinterest

·2 min de leitura
POLAND - 2021/09/23: In this photo illustration, a Pinterest logo seen displayed on a smartphone. (Photo Illustration by Mateusz Slodkowski/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
POLAND - 2021/09/23: In this photo illustration, a Pinterest logo seen displayed on a smartphone. (Photo Illustration by Mateusz Slodkowski/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
  • Segundo a Bloomberg, a gigante de pagamentos PayPal está em negociações para comprar a rede social

  • As empresas discutiram um preço de US$ 70 por ação, o que avaliaria o Pinterest em US$ 39 bi

  • Possível acordo acontece em meio a saída do cofundador do Pinterest da empresa

Segundo informações apuradas pela Bloomberg, a gigante de pagamentos PayPal está em negociações particulares para comprar a rede social Pinterest, em informações obtidas de maneira confidencial, e que até o momento não foram confirmadas pelas duas empresas envolvidas na negociação, que não quiseram comentar a notícia. 

As empresas discutem um preço potencial de US$ 70 por ação, o que representaria uma avaliação do Pinterest de US$ 39 bilhões, de acordo com informações da Bloomberg. O preço da ação representaria um aumento de 26% nas ações atuais da rede social, que corresponderam a US$ 55,58 na última terça-feira na Bolsa de Valores de Nova York.

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A notícia do possível acordo entre as duas empresas acontece em meio a saída do co-fundador do Pinterest, Evan Sharp, que na semana passada, anunciou planos de deixar a empresa para se juntar à LoveFrom, uma firma liderada por Jony Ive, o designer de muitos produtos icônicos da Apple. Sharp fundou a plataforma de compartilhamento de fotos junto com Ben Silbermann, que é o atual diretor-executivo da empresa, e Paul Sciarra, que saiu da companhia em 2012.

O Pinterest teve sua abertura de capital na Bolsa em abril de 2019, onde foi avaliado em pouco mais de US$ 10 bilhões, e teve alta de 9% da bolsa nova-iorquina com ações, enquanto o PayPal, por sua vez, teve queda de 3% em suas ações na Nasdaq por conta das notícias de compra da rede social de pinboards digitais. 

O PayPal se beneficiou amplamente do boom de compras online desde o início da pandemia do coronavírus. No ano passado, nos Estados Unidos, a empresa criou modelos de compra a prazo, que não são tão comuns no país. Uma possível aquisição do Pinterest poderia empurrar a empresa para o comércio social, um espaço em crescimento no qual outros gigantes da tecnologia, como o Facebook, estão procurando maneiras de trabalhar, segundo a CNBC. 

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