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Paulo Vieira estreia programa de culinária com casais e fala da rotina com namorada: 'Eu cozinho, e ela curte um vinho'

·4 min de leitura

Antes de estrear o “Rolling kitchen” nesta quinta, às 21h30, no GNT, Paulo Vieira já rodou por outros formatos de programa, como “Cada um no seu quadrado”, “Fora de hora” e “Programa do Porchat”. Mas agora ele gira 180 graus para uma novidade que também representa uma nova virada em sua carreira. Para esse jogo culinário, Paulo recebe sempre dois casais que se enfrentam na missão de preparar um prato especial. Em dado momento, o palco se move, e um dos parceiros continua a receita. A brincadeira promete brigas, reconciliações e momentos engraçados. Os primeiros convidados são Fábio Porchat e Nataly Mega contra Tiago Abravanel e Fernando Poli. O convite feito a Porchat, que é seu amigo, chegou a gerar dúvida.

— Fico muito nervoso com ele, quero que ele goste. Fiquei com medo de fazer o programa e ter ele ali, de começar a chorar. Mas passei no teste. Talvez só com uma choradinha no final — conta Paulo sobre o antigo parceiro, figura fundamental para que ele atingisse esse posto na carreira: — Fábio sempre sabe o que eu estou fazendo. Sempre peço conselho. Ele disse para eu fazer este programa, que ia ser legal. As marcas iam me ver como dono de casa que eu sou, e eu passaria a fazer propaganda de faca. Ele que botou muita pilha para eu ir para a Globo. Eu tinha uma proposta da Netflix na época. Agora, a cada projeto que estreio, ele manda uma mensagem: “Olha o que eu falei”.

Mas se o conselho for sobre comida, pode pedir para o próprio Paulo. O apresentador e humorista diz que já rodou por todos os restaurantes estrelados de Rio e São Paulo. Já em casa, conta que sempre sabia se seus pais tinham feito as pazes quando tinha pera e morango em casa, as frutas preferidas deles. E se tivesse que estar no “Rolling kitchen” com sua namorada, a advogada Ilana Sales, ia ter briga na certa.

— Ela tem a frequência diferente da minha. Sou muito voraz e passional. Ela é mais tranquila. Em casa, normalmente eu cozinho, e ela curte um vinho. Vivo para alimentar essa mulher — brinca o apaixonado.

Na rotina do lar, ele começou a cozinhar cedo. Dos 12 aos 20, ajudava na fábrica de coxinhas do pai. Mas, a partir dos 9, já cuidava do irmão e preparava comida inclusive para a marmita da mãe.

— Eu tinha mania de enfeitar a comida. Via na TV um arroz com flor. Então pegava uma flor de plástico no jarro da minha mãe. Por anos ela comeu arroz com gosto de plástico. Até que, um dia, falou comigo seriamente que ficava mesmo daquele jeito (com gosto de plástico) — recorda.

Na atração, Paulo vai estar acompanhado ainda dos chefs Moacir Santana e Heaven Delhaye. A cada programa, eles elegem o casal vencedor, que leva o troféu para casa e um prêmio de R$ 10 mil para doar para uma instituição de combate à fome.

Destaques do novo programa

Os melhores

O apresentador avalia que os participantes que se saíram melhor até agora nas gravações foram a modelo Carol Trentini com o fotógrafo Fábio Bartelt, o nadador Bruno Fratus com a treinadora Michelle Lenhardt e o cantor Ferrugem com a influenciadora digital Thaís Vasconcellos. Mas Paulo faz uma ressalva sobre os últimos citados: “Tudo bem que o Ferrugem deixou tudo nas costas da mulher, né?”.

Os piores

O humorista conta que não curtiu o desempenho na cozinha do cantor Xande de Pilares e da atriz Thay Pereira (“O que têm de péssimos na cozinha, eles têm de gente boa”, ressalta) e de Fábio Porchat e da produtora Nataly Mega. Paulo aproveita para sacanear o amigo: “Sei que ele não cozinha. Mas não conseguiu misturar ingredientes, manusear uma faca”.

Representatividade

Paulo Vieira ressalta a diversidade da equipe e dos convidados do programa, além de celebrar o seu posto. “O homem preto e gordo não é visto. Sou uma figura rara. É duplamente difícil, principalmente no lugar de poder. Quando vemos preto na TV, normalmente é o malhado e sexualizado. O gordo é assexualizado”, pontua ele, que completa: “Acham que eu como McDonalds de manhã e Habib’s de noite. Tenho uma relação saudável com a comida. Meu exames são ótimos”.

Regional

Natural do Tocantins, ele adianta que quer fazer a “Guerra dos pequis” na segunda temporada: “Tem essa briga geopolítica de qual é o melhor pequi. Besteira, é claro que é o nosso”.

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