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Paulo Guedes compara situação econômica mundial com baile funk

Em evento no Rio Grande do Sul, Guedes comparou a economia mundial a um baile funk (Paulo Lopes/Anadolu Agency via Getty Images)
Em evento no Rio Grande do Sul, Guedes comparou a economia mundial a um baile funk (Paulo Lopes/Anadolu Agency via Getty Images)
  • Mundo estaria no fim da festa da globalização, segundo a metáfora de Guedes;

  • Brasil estaria "sóbrio" graças às medidas tomadas por sua gestão;

  • Guedes disse ser contra a existência de reeleições.

O Ministro da Economia, Paulo Guedes, comparou a situação econômica do Brasil diante do mundo com um baile funk. A fala aconteceu nesta sexta-feira (26) durante uma palestra em Porto Alegre organizada pela Aclame (Associação da Classe Média).

Para ele, os Estados Unidos e a Europa passam por dificuldades depois da pandemia ter quebrado as cadeias logísticas do países. O Brasil se encontraria na situação oposta, aparecendo "sóbrio" no fim da festa da globalização.

"O Brasil está voltando da clínica de reabilitação quando está acabando o baile funk, [são] 3 da manhã, todo mundo [está] bêbado e a polícia chegou", disse. "O mundo está nessa situação depois de 20, 30 anos de ganhos da globalização, agora começa o refluxo", argumentou o ministro.

A metáfora foi uma forma de Guedes defender a sua atuação no Ministério da Economia, e apontou para a aprovação de reformas, como a da Previdência, e para legislações, como a Lei da Liberdade Econômica, como motivos pelo qual o país segue crescendo.

Sobre seu posicionamento se continuaria no governo em uma possível reeleição de Bolsonaro, o economista esclareceu sua posição sobre reeleição, da qual ele é contrário.

"Continuo contra a reeleição. Agora, se tivesse um Lula, uma Dilma e um Fernando Henrique, um Bolsonaro, dava. Mas com duas Dilmas, dois Lulas e dois Fernando Henrique, precisa de dois Bolsonaro", afirmou.

Para os empresários que assistiam a palestra, o ministro defendeu seu posicionamento no corte dos IPI (Impostos sobre Produtos Industrializados) de produtos que não são fabricados na Zona Franca de Manaus. "Foi um bom deal. Estamos baixando um imposto de desindustrialização em massa."

De acordo com Guedes, o objetivo da pasta é zerar o tributo, de modo a tornar a indústria brasileira competitiva dentro do cenário global, "mas dentro agora de uma reconfiguração das cadeias produtivas."