Mercado fechará em 5 h 44 min
  • BOVESPA

    120.129,57
    +832,44 (+0,70%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.001,60
    +497,89 (+1,05%)
     
  • PETROLEO CRU

    61,58
    +1,40 (+2,33%)
     
  • OURO

    1.735,70
    -11,90 (-0,68%)
     
  • BTC-USD

    62.836,77
    -49,78 (-0,08%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.354,35
    -21,43 (-1,56%)
     
  • S&P500

    4.147,94
    +6,35 (+0,15%)
     
  • DOW JONES

    33.852,70
    +175,43 (+0,52%)
     
  • FTSE

    6.924,61
    +34,12 (+0,50%)
     
  • HANG SENG

    28.900,83
    +403,58 (+1,42%)
     
  • NIKKEI

    29.620,99
    +82,29 (+0,28%)
     
  • NASDAQ

    13.965,25
    -10,50 (-0,08%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7919
    -0,0393 (-0,58%)
     

Patronal venezuelana propõe pagar vacina de trabalhadores

·1 minuto de leitura
Patronal venezuelana propõe pagar vacina de trabalhadores

O empresariado venezuelano propôs nesta quinta-feira financiar a vacinação dos trabalhadores por meio de um programa administrado pela iniciativa privada, que começaria com 6 milhões de doses.

O presidente da patronal Fedecámaras, Ricardo Cusanno, explicou que a proposta, a qual depende da aprovação do governo, pretende importar 750.000 vacinas quinzenais em oito blocos, a fim de vacinar 3 milhões de pessoas em quatro meses. Do total de imunizantes, 80% seriam destinados a trabalhadores (incluindo familiares) das empresas que participarem do programa e os demais ficariam a critério das autoridades.

"Queremos ajudar e complementar a necessidade de alcançar a chamada imunidade de rebanho", disse Cusanno em entrevista coletiva. O líder empresarial informou à AFP que o custo do programa irá variar segundo o tipo de vacina importada, mas calculou que, "em média, ultrapassa 100 milhões de dólares", quantia que será financiada pelas empresas, enquanto a Fedecámaras antecipou a aproximação de órgãos multilaterais para ter acesso a crédito.

Cusanno assinalou que a proposta não visa à comercialização das vacinas: "Aqui não existe ninguém envolvido na rede que esteja buscando gerar riqueza com uma situação tão complexa."

O plano seria executado por meio de 100 clínicas particulares e priorizaria trabalhadores do setor de saúde e maiores de 55 anos. Segundo Cusanno, milhares de empresas mostraram interesse.

Com quase 30 milhões de habitantes, a Venezuela reporta 152.508 casos de Covid-19, con 1.511 mortos, segundo os números oficiais, questionados pela oposição e por ONGs.

jt/yo/lb